O primeiro-ministro britânico, prescription clinic Tony Blair, afirmou hoje acreditar que é possível chegar a um acordo sobre uma força de paz para o Líbano em alguns dias e que isso poderia abrir caminho para um cessar-fogo.
Blair e o presidente norte-americano, George W. Bush, concordaram em conversas em Washington ontem em intensificar a diplomacia por uma resolução da Organização das Nações Unidas com o objetivo de estancar a violência entre Israel e o Hezbollah.
Questionado se acreditava ser possível chegar a um acordo sobre uma força multinacional e mesmo um cessar-fogo em dias, Blair disse à rede de televisão BBC: "Eu acho que isso é possível, dado que estamos claros sobre as ambições".
"Você não terá a força de fato no Líbano em poucos dias, mas eu acho que é possível chegar a um acordo em princípio para a força internacional de estabilização. Depois você precisa trabalhar nos detalhes para isso", completou.
Blair está em São Francisco para uma visita de cinco dias. Na entrevista, Blair negou que esteja dando luz verde para que os israelenses façam o que quiserem. "O que está acontecendo no Líbano é absolutamente terrível para as pessoas lá. Mas você não irá resolver isso a não ser que se obtenha um cessar-fogo dos dois lados".
A presidente do Chile, ed Michelle Bachelet, pharm assistiu hoje ao tradicional desfile militar do Peru pelo dia da independência e cantou o hino nacional peruano ao lado do novo presidente do país, case Alan García, sinalizando uma melhora da relação diplomática entre as nações.
Bachelet foi recebida com honras militares. García convidou Bachelet a encabeçar o desfile um dia após a posse dele como presidente do Peru, substituindo Alejandro Toledo.
Bachelet foi a única de oito presidentes latino-americanos que participaram da cerimônia de posse de García que permaneceu no Peru para acompanhar o desfile militar. As relações entre Peru e Chile entraram em uma nova etapa, e os presidentes Bachelet e García se comprometeram a fortalecer os laços principalmente comerciais e energéticos.
Santiago e Lima têm relações estremecidas há vários anos por divergências sobre as fronteiras marítimas, ainda que os investimentos entre ambos os países venham crescendo. Peru e Chile protagonizaram uma guerra no século XIX que terminou com terras peruanas nas mãos dos chilenos.
O senado da Itália deu hoje o consentimento final para o indulto de 12 mil presos italianos, hospital para aliviar o excesso de lotação das prisões. A controversa medida, porém, deu início a um desentendimento entre aliados do primeiro-ministro Romano Prodi.
Num acontecimento raro, a maior parte da oposição de centro-direita votou com o governo, apoiando a anistia, depois que foi estendida a condenados por corrupção e crimes do colarinho branco.
Prodi tem uma maioria de apenas duas cadeiras na câmara alta do parlamento, o que significa que ele precisou da ajuda da oposição para conseguir a aprovação da medida, que exigia maioria de dois terços dos votos.
O ministro da Justiça ameaçou renunciar se o parlamento não aprovasse esse projeto, mas um ministro de destaque se revoltou ruidosamente contra a medida. Com 62 mil presos em cadeias com capacidade para 42 mil e um grande número de detentos aguardando julgamento no desajeitado sistema judicial da Itália, o perdão representa um corte em três anos das sentenças.
Mafiosos, terroristas, estupradores, pedófilos, gangsteres armados e responsáveis pela prostituição de menores não serão beneficiados. A oposição de centro-direita, liderada por Silvio Berlusconi, que perdeu a eleição de abril para Prodi por uma margem mínima, insistiu que a anistia deveria beneficiar autoridades e empresários presos por fraude e corrupção, para votarem a favor do projeto.
Isso ficou entalado na garganta de alguns integrantes da coalizão de Prodi, que abrange de católicos a comunistas, porque o governo de Berlusconi foi abalado por escândalos de corrupção e suborno, e os culpados agora podem se beneficiar da anistia. "Esse perdão vai contra a lei. É uma rendição por parte do Estado", disse o ministro da Infra-Estrutura, Antonio Di Pietro, chefe do partido Valores Italianos e um famoso ex-juiz contra a corrupção.
Outros críticos disseram que o Ministério da Justiça calculou mal o número de presos que seriam beneficiados pelo perdão, argumentando que dezenas de milhares de outros agora serão libertados ou terão suas sentenças reduzidas.
Os jornais publicaram um grande número de nomes de detidos famosos, inclusive assassinos condenados, que poderiam tirar proveito da anistia. Disseram que também pode ajudar pessoas que estão sendo julgadas pelo colapso do grupo Parmalat, em 2003, um dos maiores escândalos de fraude corporativa da Europa, caso sejam condenados.
Ao defender a medida, o ministro da Justiça, Clemente Mastella, não escondeu a irritação com Di Pietro, cujo partido propôs mais de mil emendas ao projeto no sábado, numa tentativa de adiar a votação. Todas as emendas propostas foram rejeitadas.
"Não pode haver dois ministros da Justiça", disse Mastella. O perdão será revogado para os que cometerem qualquer novo crime nos próximos cinco anos.
Não se deve enviar ao Líbano uma força internacional sob o mandato da Organização das Nações Unidas até que haja um cessar-fogo acompanhado de um acordo político, erectile afirmou no sábado o gabinete do preside nte francês, more about Jacques Chirac.
Chirac falou hoje com o primeiro-ministro britânico, Tony Blair, o secretário-geral da ONU, Kofi Annan, e o presidente do parlamento libanês, Nabih Berri, para discutir formas acabar com os combates entre o grupo guerrilheiro Hizbollah no Líbano e Israel.
"O presidente destacou que a França espera que a comunidade internacional pressione por um cessar-fogo imediato baseado num acordo político entre as partes", disse a nota do gabinete de Chirac.
"O acordo político seria um pré-requisito essencial para o envio de uma força internacional sob o mandato da ONU". Segundo diplomatas ocidentais, a França emergiu como líder potencial da força multinacional, mas insiste em um cessar-fogo e um acordo político antes de decidir qual poderia ser seu papel nessa força.
O presidente dos EUA, George W. Bush, que conversou na sexta-feira com o primeiro-ministro britânico, Tony Blair, resiste aos apelos internacionais por um cessar-fogo imediato, afirmando que qualquer definição deve tratar da influência do Hezbollah no Líbano. Pelo menos 469 pessoas, a maioria civis, morreram no Líbano em consequência do conflito. Também morreram 51 israelenses, 18 dos quais civis.
Annan convocou uma reunião para a segunda-feira, em Nova York, para receber compromissos de contribuições em soldados para a força internacional, que teria de 15 mil a 20 mil pessoas, apesar de o Conselho de Segurança ainda não ter estabelecido o mandato dessa força. A secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice, chegou hoje a Jerusalém para pressionar por um fim dos conflitos.
Uma unidade secreta israelense matou a tiros dois militantes palestinos na Cisjordânia hoje, hospital incluindo um alto comandante da Jihad Islâmica, information pills disseram grupos armados palestinos.
Segundo testemunhas palestinas, approved soldados em missão secreta abriram fogo contra diversos palestinos, matando dois homens armados, sem chegar a entrar em combate, na cidade de Nablus, na Cisjordânia. As primeiras notícias colhidas junto às testemunhas eram de que os militantes haviam reagido aos soldados.
O exército disse que os soldados tiveram uma batalha armada com os militantes. Grupos armados palestinos afirmaram que os mortos eram o comandante mais sênior da Jihad Islâmica em Nablus e um membro das Brigadas de Mártires al-Aqsa, que pertence à facção Fatah, do presidente palestino Mahmoud Abbas.
Segundo as testemunhas, o comandante da Jihad Islâmica aparentemente era o alvo do ataque do exército. Uma fonte militar israelense disse que estava verificando a informação.
A Jihad Islâmica e a al-Aqsa mataram centenas de israelenses em ataques suicidas a bomba e outras ações desde o começo do levante palestino, em 2000. Na semana passada, o exército israelense destruiu um complexo do governo em Nablus, onde estariam militantes do Hezbollah e de outras organizações planejando ataques contra o estado judeu, segundo acreditava Israel.
Israel lançou uma ofensiva contra o Hezbollah no Líbano depois que o grupo guerrilheiro capturou dois soldados israelenses numa incursão pela fronteira entre os dois países, em 12 de julho.