O ônibus espacial Discovery partiu da Estação Espacial Internacional neste sábado, information pills what is ed deixando um terceiro membro da tripulação no local e altas expectativas de que a Nasa possa rapidamente continuar a construção da base no espaço.
O ônibus espacial, viagra approved physician que chegou à estação há nove dias, tem retorno previsto para a Terra na segunda-feira, concluindo a segunda missão desde 2003, quando houve o acidente com a Columbia.
O objetivo principal do vôo da Discovery foi demonstrar o sucesso da reformulação do tanque de combustível do ônibus espacial e completar a tripulação da estação espacial pela primeira vez em três anos.
O único problema a preocupar os engenheiros da Nasa é um pequeno vazamento químico em uma das três unidades de geração de energia do ônibus espacial, as quais são usadas no pouso.
O resultado dos exames realizados pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) descarta a contaminação por hantavirose de parentes e vizinhos das quatro crianças que morreram em Campos, try no Rio de Janeiro.
A Fiocruz enviou no fim da tarde de sexta-feira à secretaria municipal de Saúde de Campos a conclusão das análises. A fundação já havia descartado a hipótese de contaminação por leptospirose, website like this também transmitida por roedores.
Segundo a chefe do setor de Epidemiologia de Campos, Elizabeth Tudesco, amostras de sangue foram colhidas dos moradores e vizinhos das casas onde viviam as vítimas após a notificação das mortes.
Tudesco explicou que a hantavirose é uma doença transmitida pela aspiração do pêlo ou contato com as fezes de ratos selvagens, que vivem em regiões de cerrado. Ela informou, ainda, que pessoas com o costume de acampar ou trabalhadores rurais são as principais vítimas. “Esse não é o caso daquelas famílias”, disse.
A chefe de Epidemiologia destacou, ainda, que os técnicos do Ministério da Saúde, que estão em Campos desde a última quarta-feira para apurar as causas das mortes, e os profissionais de saúde do município trabalham com a hipótese de as mortes terem sido provocadas por intoxicação. “Mas só vamos poder dar uma resposta depois dos resultados da necropsia do Instituto Médico Legal (IML)”, acrescentou.
O IML deve divulgar na segunda-feira a conclusão da análise toxicológica das vísceras das crianças.
Elizabeth Tudesco disse que a situação está sob controle e que não há motivo para pânico entre a população. “A pior doença é o pânico. Não podemos gerar uma doença para detectar outra”, afirmou.
Ela acrescentou que a rede de saúde do município está em estado de vigilância para o surgimento de outros casos com os mesmos sintomas, "embora não tenha sido registrado nenhuma situação semelhante há mais de dez dias”.
O conflito no Oriente Médio entrou para a agenda do G8 neste sábado, ampoule colocando os Estados Unidos, forte apoiador de Israel, contra aqueles que dizem que o Estado judeu tem sido violento demais.
O presidente dos EUA, George W. Bush, pediu a Israel que evitasse mortes entre os civis, mas se recusou a pedir a interrupção do bombardeio do Líbano, o qual a França e a União Européia chamaram de resposta exagerada a ataques de militantes do Hizbollah.
"Essa é uma situação muito séria e ninguém deve fingir que não é. Essa é uma situação que nós temos de acalmar rapidamente", disse um porta-voz do premiê britânico, Tony Blair.
Já o presidente da Comissão Européia, José Manuel Barroso, disse entender que "houve provocações contra Israel, mas nós acreditamos que o uso de força por Israel foi desproporcional".
A soma dos mortos da ofensiva israelense, que dura quatro dias, e os ataques de foguetes do Hizbollah ao norte de Israel ofuscaram a agenda formal do encontro das principais nações industrializadas do mundo mais a Rússia.
A Rússia, sede do encontro pela primeira vez, quis se concentrar no fornecimento de energia. Mas os líderes de Japão, Grã-Bretanha, Alemanha, Canadá, Itália, França e EUA vão discutir as divisões no Oriente Médio, o Irã e as disputas comerciais.
Em uma entrevista coletiva com o presidente russo, Vladimir Putin, Bush culpou as guerrilhas do Hizbollah pela violência no Oriente Médio. O líder do Kremlin concordou, mas pediu uma resposta "equilibrada" das forças israelenses.
Nos últimos dez anos o número de prisões no país aumentou consideravelmente, price principalmente por causa do endurecimento das leis penais. A afirmação é do coordenador-geral de ensino do Departamento Penitenciário Nacional (Depen), visit this site Fábio de Sá e Silva.
De acordo com dados do Depen,o sistema prisional brasileiro abriga atualmente 361 mil presos, cerca de 50 mil a mais que em 2003. A perspectiva é que, se nada for feito, esse número chegue a 476 mil em 2007. “Há várias explicações. Uma delas é que nós passamos a ter leis penais mais duras e os órgãos de segurança pública receberam investimentos maiores que os do sistema penitenciário, então, muita gente começou a ser presa e pouca gente sai do sistema."
Para o coordenador, o ritmo crescente de prisões “revela a incapacidade de se criar alternativas para a inclusão social dessas populações que, na maioria dos casos é de pobres”. De acordo com Sá e Silva, 70% dos presos não completaram o Ensino Fundamental e 10,5% são analfabetos.
A ineficiência na realização de políticas sociais também contribuiu para o aumento do número de prisões, explica Sá e Silva. “As políticas sociais, não apenas agora, mas historicamente não têm dado conta de oferecer perspectivas de uma vida digna para muita gente."
Outro ponto que tem contribuído para o inchaço das prisões brasileiras é a reincidência, que segundo Sá e Silva chega a 70%. “Mais da metade da população que está presa já passou pelo presídio alguma vez. Então, quanto mais gente se prende, mais potenciais presos se está formando, porque a prisão é um espaço criminogéno. Não tem como escapar disso."
O coordenador diz que é preciso começar a questionar porque há tantos presos no país e deixar um pouco de lado a discussão sobre presídios. “A gente precisa definir quem é que vai tomar conta dessa massa falida: se é o estado e a sociedade que vão ocupar ou então é o crime organizado que vai recrutar pessoas lá dentro das prisões."
Israel não pretende fazer uma longa ofensiva terrestre contra a guerrilha do Hizbollah, buy disse uma importante autoridade do Exército, shop apesar de não excluir a possibilidade de tropas entrarem no Líbano.
A probabilidade de uma manobra de Israel rumo ao sul do Líbano aumentou após ataques de foguetes do Hizbollah no norte israelense.
"Nós não temos a intenção de uma demorada entrada de tropas terrestre no Líbano", cialis 40mg disse o general Gadi Eizenkot, chefe de operações do Exército. "O que nós pretendemos, o que está sendo conduzido, são ataques ao Hizbollah. Estamos conduzindo isso em todas as áreas."
Tropas israelenses se retiraram do sul do Líbano em 2000 e encerraram uma ocupação que durava 22 anos.