O Governo de Israel aprovou hoje a convocação de 6.500 reservistas para uma eventual invasão militar de Gaza por terra, online com o objetivo de apoiar os bombardeios aéreos que já deixaram 282 mortos.
De acordo com a imprensa local, o contingente será preparado para o combate. Uma operação similar ocorreu em junho de 2006, buy information pills após a captura do soldado israelense Gilad Shalit por três milícias palestinas.
O Exército de Israel tem destacados em torno de Gaza centenas de soldados de infantaria e veículos de combate para uma operação terrestre em grande escala.
O ministro de Defesa israelense, Ehud Barak, advertiu hoje que o Exército “aprofundará e ampliará sua operação conforme necessário, pois o objetivo da operação é “mudar completamente as regras do jogo”.
O primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, afirmou hoje que seu Governo usará de “sensatez, paciência e firmeza” na gestão do ataque iniciado sábado à Faixa de Gaza.
Pelo menos 282 pessoas morreram e 900 ficaram feridas por conta dos bombardeios, que completam dois dias da operação israelense contra os palestinos mais sangrenta desde a Guerra dos Seis Dias de 1967.
Em resposta, as milícias palestinas dispararam mais de 50 foguetes – o que chegou mais longe caiu perto de Ashdod, a cerca de 37 quilômetros da Faixa de Gaza e porto mais importante de Israel.
A Organização para a Libertação da Palestina (OLP) convocou uma jornada de luto e greve na Cisjordânia e Jerusalém Oriental.
Em Nova York, o Conselho de Segurança da ONU realizou uma reunião de urgência e pediu o fim imediato da violência na região, além do fornecimento de ajuda humanitária.