“O relatório é inaceitável”, viagra disse o ministro de Assuntos Estratégicos de Israel, Avigdor Lieberman, em declarações ao Jerusalem Post que o jornal divulga hoje em sua versão on-line.
O ministro israelense considera que o documento “prova” que o diretor dessa agência das Nações Unidas, o egípcio Mohamed ElBaradei, “tomou partido a favor da postura iraniana”.
Lieberman se junta assim às críticas dos responsáveis israelenses à AIEA e a ElBaradei quando há uma semana a imprensa local começou a dar informações sobre o conteúdo do texto.
O ministro dos Transportes de Israel, Shaul Mofaz, aproveitou a ocasião para pedir a renúncia de ElBaradei, por estimar que está agindo com fraqueza diante dos planos nucleares iranianos.
“A política de ElBaradei coloca em risco a paz mundial”, disse Mofaz, enquantro o primeiro-ministro israelense, Ehud Olmert, afirmou que não era possível considerar que o diretor da AIEA fosse “um inimigo de Israel, mas, claro, não é um fã”.
A divulgação do relatório nesta quinta-feira coincidiu com declarações de fontes israelenses não identificadas, que advertiram de que Israel já encomendou a um grupo de especialistas um estudo sobre o horizonte que se abriria caso o Irã tenha acesso às armas atômicas.
O regime de Teerã sustenta que seu programa nuclear tem fins pacíficos, mas o Estado judeu exige que o Irã o abandone e apóia a postura dos EUA para que o Conselho de Segurança da ONU adote novas sanções, já que os iranianos continuam com o enriquecimento de urânio.