O governo israelense compensará os prejuízos nos setores agrícola e turístico no norte de Israel causados pelos ataques do Hezbollah, visit web stuff grupo guerrilheiro que vem lançando mísseis desde o território libanês contra as cidades israelenses, link dosage dentro da guerra na região que já dura 20 dias.
As indústrias agrícola e turística, patient importantíssimas para a economia israelense, vêm sofrendo desde o início do conflito, no dia 12 de julho.
"Chegamos a um acordo para que negócios turísticos e agrícolas saibam que estamos preocupados com eles", disse o ministro das Finanças, Abraham Hirchson, numa entrevista coletiva em Haifa, alvo de boa parte dos ataques. "Esses dois setores são geradores de renda importantes para o norte do país." Ele não especificou como será a compensação.
O Hezbollah lançou mais de 1,6 mil foguetes contra o norte de Israel desde o início do conflito, provocado pela retaliação a uma operação da guerrilha em que dois soldados israelenses foram seqüestrados.
O conflito desalojou pelo menos 300 mil israelenses no norte do país. Há muita gente refugiada em abrigos antibomba.
Ao mesmo tempo, os ataques israelenses mataram pelo menos 577 pessoas no Líbano, principalmente civis. Entre as 51 vítimas israelenses há 18 civis.
Os negócios estão paralisados no norte de Israel. O gabinete deve discutir o plano de compensação amanhã.
Agricultores receberão indenização se estiverem na "linha de fogo" – a até nove quilômetros da fronteira com o Líbano –, disse o ministro da Agricultura, Shalom Simhon.
No setor turístico, eram esperados em Israel 2,5 milhões de visitantes, próximo do recorde de todos os tempos, de 2,7 milhões, atingido em 2000, no ano da visita do papa João Paulo II ao país.
O norte de Israel, especialmente a região da Galiléia, recebe muitos turistas religiosos, já que se acredita que Jesus realizou muitos milagres por ali.
O verão, estação atual, é o período mais movimentado no turismo israelense. Julho e agosto concentram 30% da renda anual gerada pelos turistas, segundo o ministro do Turismo, Isaac Herzog.
"Os cancelamentos dos turistas estrangeiros foram de no mínimo 20%", disse ele na entrevista coletiva. "Mas isso é natural, considerando-se as imagens que as pessoas estão vendo pela TV."
Herzog afirmou que o desafio de Israel será recuperar o setor no outono.
O ministro das Finanças afirmou que trabalhadores que não estão recebendo salários devido ao conflito serão indenizados.
Antes do início do conflito, a economia israelense seguia para o segundo ano consecutivo de mais de 5% de crescimento.
A maioria dos economistas acredita que, com a queda na produção, no turismo e no consumo, o crescimento ficará em cerca de 4%. As perdas econômicas estão estimadas em quase US$ 2,3 bilhões, até agora.