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Israel alerta sobre "agentes" do Hezbollah em êxodo de libaneses

Arquivo Geral

24/07/2006 0h00

Um empresário francês que trabalha na Coréia do Sul voltou de férias para sua casa em Seul e encontrou dois bebês em seu congelador, viagra sale website like this disse hoje a polícia sul-coreana.

Os corpos foram entregues ao Instituto Nacional de Investigação Científica, more about e a raça e a idade dos bebês estão sendo investigadas, for sale disse um funcionário.

O francês, que trabalha em uma fábrica de peças de automóveis estrangeira, disse que tinha voltado de férias no exterior antes de sua mulher e seus dois filhos na semana passada, quando encontrou os corpos, disse um policial.

A mídia local disse que os corpos pareciam ser de recém-nascidos e não eram filhos do homem. A polícia ainda não tem um suspeito.

Duas pessoas tiveram acesso à casa do francês enquanto a família estava fora do país, e a polícia está investigando suas identidades e paradeiros.

A casa fica em uma área de Seul popular aos diplomatas e empresários franceses e tem uma escola francesa.

 

Está circulando na internet um e-mail supostamente enviado pelo Tribunal de Justiça Eleitoral (TSE). Porém, buy more about esta mensagem não é do TSE e para completar, ed ela rouba dados bancários da vítima.

 

O falso e-mail traz como título a expressão “Aviso importante!” e a mensagem, healing encabeçada por um logo da Justiça Eleitoral, informa à vítima que seu título foi provisoriamente cancelado, provavelmente por cancelamento do CPF.

 

O corpo do e-mail traz três links, que remetem a um vírus do tipo cavalo de tróia, hospedado em um servidor em Paris, França, de acordo com a Batori Software & Security, empresa especializada em segurança.

 

No site do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), há um aviso claro, na página inicial, de que o órgão “não envia e-mails a eleitores, nem autoriza nenhuma outra instituição ou parceiro a fazê-lo em seu nome”.

 

 

 

 

Um monitoramento feito pela Superintendência de Desenvolvimento de Recursos Hídricos e Saneamento Ambiental (Suderhsa) do Paraná mostra que, ambulance com a estiagem que atinge o sul do País nos últimos meses, pharm  o volume de água dos rios do estado tem apresentado quedas diárias.

Segundo o secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, buy Rasca Rodrigues, a situação mais crítica é a do rio Iguaçu. Em julho, a estação localizada na ponte da BR-277 indicou uma vazão de 4,06 metros cúbicos por segundo, sendo que a média normal é de 11,97 metros cúbicos por segundo. A menor média do rio foi registrada em 1978, quando a marca alcançada foi de 0,38 metro cúbico por segundo.

Desde 1942, a Suderhsa mede também o volume nas Cataratas do Iguaçu, que mantém uma vazão média de 1,5 mil metros cúbicos por segundo. "Para se ter uma dimensão da situação, a vazão baixou 66 metros cúbicos por segundo em um período de nove dias, atingindo um volume e água de 280 metros cúbicos por segundo", disse o secretário.

A recomendação é para se economizar água ao máximo. Nos próximos dias, os moradores de Curitiba e região (cerca de 1,8 milhão de pessoas) devem sofrer racionamento de água. O nível da barragem do Iraí, o principal rio entre os que abastecem Curitiba, tem hoje 33% da capacidade normal. Hoje, técnicos da companhia se reúnem para avaliar a situação.

Há mais ou menos um mês, a Companhia de Saneamento do Paraná (Sanepar) lançou uma campanha educativa para reduzir o consumo em 20%, mas até agora a queda foi de apenas 8%. Estudos da empresa mostram que cerca de 30% da água consumida nas residências poderia ser economizada. Os órgãos de saúde recomendam uma média de consumo de 80 litros por dia por pessoas para um hábito adequado de higiene.

A Sanepar dá dicas para economizar água: reduzir o tempo do banho; evitar lavar as mãos com a torneira aberta o tempo todo; não jogar cigarros, absorventes ou papéis no vaso sanitário, pois isso aumenta o consumo; não lavar o carro e, se for imprescindível, usar apenas a água de um balde pequeno. Se observar vazamento de água na rua, avisar a Sanepar pelo telefone 115. 

As chuvas na região só devem começar em setembro. De acordo com a Suderhsa, com o monitoramento feito diariamente em 11 bacias hidrográficas, é possível identificar que neste ano a previsão de chuva para agosto é ainda menor do que a do mês de julho.

 

Os serviços de espionagem israelenses lutam para sanar a atual carência de informações a respeito do Líbano, pharmacy fator esse responsável por dificultar a ofensiva contra o Hezbollah, sick afirmaram hoje membros da área de segurança israelense.

Segundo essas autoridades, decease o Estado judaico percebe agora, após 13 dias de bombardeios, que a saída do sul do Líbano há seis anos deixou o governo israelense sem informações sobre o Hezbollah. Os bombardeios já deixaram mais de 370 mortos, a grande maioria civis, mas foram insuficientes para suprimir o Hezbollah ou libertar dois soldados capturados pela guerrilha.

"Do ponto de vista das informações, 2000 foi o Ano Zero para nós", disse à Reuters um integrante dos serviços de espionagem que não quis ter sua identidade revelada. A vigilância aérea foi intensificada em um esforço para encontrar os bunkers do Hezbollah e para mapear a rede de trincheiras da guerrilha ao longo da fronteira. Ao menos sete militares de Israel morreram tentando invadi-la.

Canais de TV de Israel mostraram analistas da área de inteligência usando imagens de vilarejos do sul do Líbano nos quais se esconderiam membros do Hezbollah e foguetes a fim de criar, por meio de computadores, um mapa tridimensional para ser utilizado em operações de terra ou em ataques aéreos.

Entre os equipamentos do Exército de Israel apreendidos pelo Hezbollah depois de um embate na fronteira havia uma câmera de vídeo, o que sugere que as forças especiais do Estado judaico estão tanto enfrentando a guerrilha quanto documentando sua situação atual, resultado de um longo e discreto processo de fortalecimento.

Em Beirute, mais de 20 pessoas foram acusadas de marcar prédios para os bombardeios de Israel, afirmaram fontes das forças de segurança do Líbano. Se os detentos forem espiões, a aparente facilidade com que foram identificados e detidos poderia indicar o senso de urgência e improvisação com que agiram. Israel não fez comentários a respeito.

Uma outra tática usada pelo Estado judaico tem sido atirar panfletos sobre o Líbano pedindo a moradores do país que enviem, pela internet, informações sobre o Hezbollah. "Há anos, tentamos seguir os passos do Hezbollah, mas há uma grande diferença em termos de eficiência quando se faz isso no calor de um conflito", disse um membro dos serviços de espionagem.

 

O presidente libanês acusou Israel hoje de usar bombas de fósforo no seu 13º dia de ataques e apelou à Organização das Nações Unidas (ONU) que exija um cessar-fogo imediato.

"De acordo com a Convenção de Genebra, cheap quando eles usam bombas de fósforo e bombas a laser, isso é permitido contra civis e crianças?", perguntou o presidente Emile Lahoud na rádio francesa RFI.

Uma porta-voz das Forças Armadas de Israel disse que as armas utilizadas no Líbano não transgrediam normas internacionais. "Tudo que as Forças de Defesa israelenses estão usando é legítimo", afirmou a porta-voz.

Lahoud não deu detalhes, mas disse que a ONU tem que tomar atitudes concretas para forçar Israel a interromper sua ofensiva.

"O massacre deve ser suspenso o mais rápido possível. Posteriormente, podemos falar sobre tudo o mais", declarou. "Uma decisão deve ser tomada, de maneira que haja um cessar-fogo imediato".

Os comentários de Lahoud foram feitos no momento em que a secretária de Estado dos EUA, Condoleezza Rice, viajou ao Líbano para buscar um cessar-fogo "sustentável".

O conflito, provocado pela captura de dois soldados israelenses pelo Hezbollah, matou pelo menos 373 pessoas no Líbano e 37 israelenses, tendo ainda deixado meio milhão de pessoas desabrigadas no Líbano.

 

Israel colocou suas missões diplomáticas em alerta máximo devido ao temor de que sejam alvo de ataques do Hezbollah ou de muçulmanos enfurecidos com a ofensiva israelense contra a guerrilha libanesa, page afirmaram hoje membros de forças de segurança.

Segundo essas pessoas, pills analistas da área de inteligência aventaram a hipótese de que agentes do Hezbollah poderiam estar escondidos no êxodo de libaneses em fuga dos conflitos rumo a países com grandes comunidades judaicas e onde Israel mantém embaixadas e consulados.

Uma importante autoridade de uma nação Ocidental que recebe refugiados confirmou que tais "agentes dormentes" estavam sendo considerados uma ameaça.

"Em geral, case nossas representações no exterior sempre estão em alerta. Mas esse alerta foi intensificado em vista dos combates no norte (no Líbano) e em vista do que isso significa em termos de ameaças no exterior", afirmou um integrante das forças de segurança de Israel.

"A questão dos refugiados precisa ser enfrentada", disse.

Israel acusou o Hezbollah pelos ataques com carro-bomba realizados em 1992 e em 1994 contra sua embaixada e contra um centro judaico localizados na Argentina. Os atentados deixaram um grande número de mortos.

O Hezbollah afirmou que não atua fora do Líbano, e seu maior patrocinador, o Irã, negou envolvimento nas ações.

A guerrilha, que defende a destruição do Estado judaico, ampliou a ajuda aos palestinos responsáveis pela revolta armada surgida em 2000 na Cisjordânia (ocupada por Israel) e na Faixa de Gaza.

Membros do grupo mataram oito soldados israelenses e capturaram outros dois em um ataque realizado no dia 12 de julho a partir do território libanês. O Hezbollah pretende trocar os militares por palestinos e libaneses mantidos em prisões em Israel.

Israel respondeu bombardeando as obras de infra-estrutura do Líbano e matando cerca de 370 pessoas, a maior parte delas civis. Ao menos 29 israelenses também morreram nos ataques do Hezbollah realizados com foguetes e com armas de fogo.

Pouco depois do início da ofensiva de Israel, o grupo disse que qualquer limitação antes existente sobre suas ações estava agora cancelada.

"Enquanto o inimigo continuar com sua agressão sem limites e sem fronteiras, vamos continuar com a confrontação, sem limites e sem fronteiras", disse o líder do grupo, xeique Hassan Nasrallah, em um pronunciamento feito pela TV. Nasrallah não deu mais detalhes sobre sua declaração.

Os disparos de artilharia e os bombardeios feitos por Israel expulsaram centenas de milhares de pessoas de suas casas, no Líbano. Países do mundo todo elaboraram planos de retirada para levar embora os funcionários de embaixadas, turistas e libaneses que possuem dupla nacionalidade.

Mas muitos dos que vivem no Líbano há anos e que contam com passaporte de outro país nunca mais foram avaliados pelos serviços de espionagem, disse o membro de forças de segurança de uma nação do Ocidente.

"Estamos gastando bastante tempo para saber como impediremos os agentes do Hezbollah de sairem em meio à massa de pessoas em fuga, para saber como identificar essas pessoas", afirmou essa pessoa, cujo país recebeu milhares de refugiados.

 

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