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Iraque teve 23 mil mortes em 2006, diz Washington Post

Arquivo Geral

08/01/2007 0h00

A Austrália pode até ser o "país sortudo", ambulance remedy mas a população indígena não tem tanta sorte quando se trata de longevidade. Números divulgados recentemente pelo Serviço Australiano de Estatística mostram que os australianos estão entre as pessoas com maior longevidade no mundo, cure ampoule com média de vida de 78, view 5 anos para homens e 83,3 para mulheres. Os números caem cerca de 17 anos para a população indígena da Austrália, cuja expectativa de vida em 2001 era de 59,4 anos para homens e 64,8 para mulheres.

Diversos fatores, incluindo pobreza, discriminação, abuso de substâncias e pouco acesso a saúde, são considerados causas que afetam a vida da população indígena da Austrália. No restante do país, a capital, Canberra, muitas vezes descrita como um lugar entediante e sem alma, é estatisticamente o melhor lugar para se ganhar uma vida longa.

A cidade de 325 mil habitantes tem a maior expectativa, com 84 anos para mulheres e 79,9 anos para homens. Construída para resolver uma dura disputa em 1908 entre Sydney e Melbourne sobre quem deveria ser a capital, a moderna Canberra tem a população mais rica e educada da Austrália.

O índice de desemprego é de apenas 2,8% e os salários semanais estão bem acima da média australiana, chegando ao equivalente a US$ 942, com apoio da indústria de tecnologia da informação e salários do governo. No outro lado da escala está o Território do Norte, pouco povoado e conhecido pelo cenário do filme "Crocodile Dundee". O território tem apenas 1% dos 20 milhões de habitantes da Austrália. Os homens de lá vivem em média 72,5 anos e as mulheres, 78,2.

Mais de um quarto da população é aborígene, que costuma viver em comunidades remotas com pouco acesso a empregos, saúde e educação e com uma das expectativas de vida mais baixas. A média nacional de expectativa de vida para homens na Austrália só é menor do que na Islândia e em Hong Kong. Entre mulheres, só perde para Japão e Hong Kong.

Um dos parques de diversão mais visitados da Coréia do Sul fechou suas portas hoje para reformas, approved depois de uma série de acidentes, visit web incluindo um caso que matou um homem, e em meio a temores de que o telhado está prestes a desabar. No último ano, um homem caiu de uma montanha-russa no parque Lotte World, em Seul, e morreu.

Quando o parque deu um dia de entrada gratuita para desculpar-se, dezenas de jovens ficaram feridos na confusão no portão de entrada e partes do telhado caíram na piscina, ferindo uma criança.

"Demos a ordem nesta manhã para o Lotte fechar", disse uma autoridade do departamento do governo que inspeciona o parque. A decisão teve base nas visitas de inspeção e nas conclusões de um relatório de segurança encomendado pela empresa que opera o parque e que foi obtido pelo organismo oficial de inspeções.

O relatório disse que o telhado do parque, inaugurado em 1989, pode estar à beira do colapso e que diversas atrações deveriam ser fechadas e reformadas devido ao baixo padrão de construção e manutenção, afirmou a autoridade. As conclusões do relatório chegaram a muitos jornais e redes de televisão da Coréia do Sul no fim de semana.

A autoridade do governo, que não quis ter o nome divulgado, disse que o parque Lotte World vai ser fechado também para reconstruir o telhado e refazer instalações elétricas. O porta-voz do parque, Kim Heung-kyu, confirmou o fechamento. "Deve levar cerca de quatro meses para reabrir", disse.  "Decidimos fechar a partir de 8 de janeiro para reforçar nossa segurança", informou o parque em comunicado.

A direção do parque admitiu que encomendou o relatório de segurança e que está fazendo reformas por causa das conclusões. O Lotte World, visitado por cerca de 8 milhões de pessoas anualmente, recebeu apenas pouco mais de 4 milhões de pessoas em 2006, disse o porta-voz.

O Ministério da Saúde do Iraque admitiu que houve um aumento no número de vítimas da violência no ano passado, drugs mas não confirmou uma reportagem com estatísticas dando conta de quase 23 mil mortes de civis e policiais em 2006.

O Washington Post publicou dados que teriam sido entregues por um funcionário do Ministério da Saúde. De acordo com essas cifras, malady as mortes triplicaram do primeiro para o segundo semestre, cialis 40mg uma tendência antecipada por outras estatísticas, num país onde dados são escassos e têm sua divulgação proibida por ministros.

"Não sei especificamente o número, mas ouvi dizer que houve um aumento no número de vítimas", disse o vice-ministro Hakim Al Zamily.

De acordo com os dados atribuídos pelo Post ao ministério, houve 5.640 mortes violentas no primeiro semestre e 17.310 no segundo, contando apenas civis e policiais. O funcionário que forneceu os dados ao jornal disse que eles são preliminares e ainda podem subir.

Diante da sua incapacidade em conter a violência, o governo deixou de divulgar os dados relativos a ela, razão pela qual todas as estatísticas de vítimas são polêmicas no Iraque. O governo dos EUA só divulga estatísticas sobre a morte de seus soldados. Já foram mais de 3 mil em quase quatro anos de guerra.

No começo do mês, fontes do Ministério do Interior do Iraque disseram que houve 12.320 civis mortos em 2006. Além disso, o ministério informou a morte de 1.231 policiais, 602 soldados iraquianos e 2.122 "terroristas".

Essas cifras são consideradas parciais, apenas um indicativo de tendências. Elas também indicam um forte aumento da violência ao longo de 2006. As 1.930 vítimas fatais civis de dezembro equivalem a três vezes e meia as 548 de janeiro do ano passado, mês anterior à explosão da violência entre xiitas e sunitas, devido ao ataque contra uma mesquita em Samarra.

A última estatística da Organização das Nações Unidas (ONU), de 3.700 civis mortos em outubro, foi feita com base em dados do Ministério da Saúde e do IML de Bagdá. O governo iraquiano considerou o número exagerado.

Também nos relatos de repórteres da Reuters, que ficam sabendo apenas de uma parte das mortes, o número mais do que triplicou ao longo de 2006: foram 426 mortes de civis noticiadas em janeiro, o que saltaria para 1.178 em outubro, 1.706 em novembro e 1.571 em dezembro.

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