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Iraque recruta novos militares e policiais para campanha contra Al Qaeda

Arquivo Geral

17/02/2008 0h00

O governo iraquiano iniciou um recrutamento voluntário de novos soldados e policiais no norte do país, healing em meio aos preparativos para iniciar em breve na região uma ampla campanha contra a rede terrorista Al Qaeda, pilule informaram fontes militares.

O general Khaled Abdel Sattar, here porta-voz da chefia de operações militares da província de Nínive (norte), da qual Mossul é capital, disse que “até agora cerca de 800 homens se inscreveram nos centros de recrutamento militar do quartel de Al Gazali, e os voluntários continuam chegando”.

Sattar afirmou que o primeiro-ministro iraquiano, Nouri al-Maliki, enviou há dois dias a Nínive um representante para pedir aos chefes de clãs árabes que estimulem seus membros a se alistar no Exército e na Polícia para que participem da campanha contra a Al Qaeda.

Maliki prometeu lançar uma grande ofensiva militar para travar “a batalha decisiva” contra a Al Qaeda no Iraque após o atentado suicida que, no fim de janeiro, matou 34 pessoas e feriu mais de 200 em uma região próxima a Mossul.

Dois dias depois do ataque, um terrorista suicida matou o chefe da Polícia de Nínive e outros dois agentes enquanto inspecionavam o local do primeiro atentado

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    17/02/2008 0h00

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    O general Khaled Abdel Sattar, porta-voz da chefia de operações militares da província de Nínive (norte), da qual Mossul é capital, disse que “até agora cerca de 800 homens se inscreveram nos centros de recrutamento militar do quartel de Al Gazali, e os voluntários continuam chegando”.

    Sattar afirmou que o primeiro-ministro iraquiano, Nouri al-Maliki, enviou há dois dias a Nínive um representante para pedir aos chefes de clãs árabes que estimulem seus membros a se alistar no Exército e na Polícia para que participem da campanha contra a Al Qaeda.

    Maliki prometeu lançar uma grande ofensiva militar para travar “a batalha decisiva” contra a Al Qaeda no Iraque após o atentado suicida que, no fim de janeiro, matou 34 pessoas e feriu mais de 200 em uma região próxima a Mossul.

    Dois dias depois do ataque, um terrorista suicida matou o chefe da Polícia de Nínive e outros dois agentes enquanto inspecionavam o local do primeiro atentado

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