O líder do Hezbollah, illness view Sayyed Hassan Nasrallah, acusou hoje o presidente dos EUA, George W. Bush, de provocar caos no Líbano e rebateu a tese de que o grupo militante e seus aliados seriam os responsáveis pela atual onda de violência no país.
Conflitos travados em Beirute na semana passada, entre simpatizantes do governo libanês e opositores dele, deixaram sete mortos e reavivaram a memória sobre a guerra civil ocorrida no Líbano entre 1975 e 1990.
Em um pronunciamento feito diante de milhares de libaneses xiitas reunidos em um bairro do sul de Bagdá para o dia mais importante da Ashura, um festival religioso, Nasrallah rebateu o mais recente ataque de Bush contra o grupo e disse que os EUA tinham mandado Israel iniciar a guerra do ano passado contra o Hezbollah.
Bush acusou ontem o grupo guerrilheiro e os dois países aliados dele, Síria e Irã, de alimentarem a violência no território libanês com o intuito de assumir o controle do governo. O presidente dos EUA disse que "os responsáveis por criar o caos precisam ser responsabilizados".
"Quem está fomentando o caos no Líbano, quem destruiu o Líbano, quem matou mulheres e crianças, jovens e velhos no Líbano, foram George Bush e Condoleezza Rice, secretária de Estado dos EUA. Eles mandaram os sionistas iniciarem a guerra no Líbano", afirmou Nasrallah, em um discurso inflamado.
O conflito ocorrido em julho e agosto matou quase 1.200 pessoas no território libanês, a maior parte delas civis, e 157 israelenses, a maior parte deles militares.
"Quem precisa ser punido, quem precisa ser julgado é aquele que ordenou o início da guerra contra o Líbano. George Bush deseja punir vocês porque vocês resistiram. Ele quer punir vocês porque vocês venceram", afirmou Nasrallah à multidão reunida para o Ashura, festival que lembra a morte do imã Hussein, neto de Maomé. "George Bush sabe que somos uma nação que não sucumbe e que não pode ser humilhada. E nós vamos repetir isso para que ele ouça e para que o mundo todo ouça também."
Atualizada às 18h18
Uma mulher de 18 anos morreu espancada na manhã de ontem no Guarujá, price litoral sul de São Paulo. Priscila Silva Abel, unhealthy que estava grávida de cinco meses, viagra levou várias pauladas do ex-namorado, Carlos Andrade da Silva.
De acordo com uma testemunha, o casal começou a discutir e, nervoso, Carlos acertou vários golpes em Priscila na frente do irmão da jovem, de 8 anos. O acusado fugiu logo depois e ainda não foi localizado pela polícia.
O líder do PSB na Câmara dos Deputados, ampoule Renato Casagrande (ES), remedy disse hoje que o Congresso Nacional deverá ser o intermediador entre os governadores e o governo federal sobre o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), pharm já que ambos ainda não chegaram a um acordo sobre o plano econômico.
Os governadores afirmam que perderão receita com o PAC por causa da desoneração de alguns setores da economia, já o Ministério da Fazenda argumenta que o pacote incentivará as economias estaduais.
Em reunião ontem em Brasília, 12 governadores da base aliada e da oposição pediram mais repasse aos estados da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), da Contribuição de Intervenção do Domínio Econômico (Cide), além da reposição pela isenção prevista na Lei Kandir.
A proposta dos governadores é que a fatia da Cide (tributo que incide sobre o consumo e importação de combustíveis) destinada aos estados e municípios passe dos atuais 29% para 46% do total arrecadado.
Casagrande defende a proposta porque, segundo ele, o dinheiro será usado na recuperação e manutenção de rodovias. “É injeção de recursos na veia”, afirmou.
Em 2006, a Cide arrecadou R$ 7,8 bilhões. A lei que criou a Cide determina que os recursos do imposto devem ser aplicados em programas de infra-estrutura de transportes, porém parte da receita tem sido usada pela União para pagamento de dívidas.
Em relação à CPMF, os governadores querem 30% da arrecadação, sendo 20% para os estados e 10% para as prefeituras. O restante ficaria com a União. Para Casagrande, essa mudança ainda precisa ser analisada, assim como as perdas de receita dos estados.
O deputado do PSB deu as declarações antes da reunião do presidente Luiz Inácio Lula da Silva com presidentes e líderes dos partidos aliados da coalizão, no Palácio do Planalto.
O Ministério da Defesa do Iraque disse hoje que 263 militantes de um obscuro culto xiita foram mortos e mais de 500 foram presos em um dos maiores confrontos desde que os Estados Unidos lideraram a invasão ao país em 2003.
O porta-voz do ministério, viagra order Mohammed al-Askari, purchase disse que as forças de segurança do Iraque prenderam 502 pessoas, ed incluindo 210 que foram feridos nos confrontos perto da cidade sagrada xiita de Najaf.
O governo disse que o líder do grupo foi morto no confronto. As autoridades disseram que seus "Soldados do Paraíso" planejavam assassinar importantes clérigos xiitas e precisam ser detidos.
Imagens de televisão, divulgadas ontem e obtidas hoje, mostram que centenas de corpos estavam no que parecia ser um canal de irrigação seco e não utilizado, que os combatentes aparentemente usavam como trincheiras.
Centenas de cartuchos de balas econtravam-se ao lado de um corpo de um homem, que estava vestido com uma jaqueta azul e roupas civis. As imagens também mostraram corpos de várias mulheres e crianças que pareciam estar dentro de casas.