O diretor do Centro de Detenção Provisória de Mauá, buy prostate na grande São Paulo, more about Wellington Rodrigo Segura, de 31 anos, foi assassinado com vários tiros na noite de ontem. As informações são da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo (SSP).
Wellington estava acompanhado de Marilene Maria da Silva, de 25 anos, que também foi baleada, mas sobreviveu. Segundo o Boletim de Ocorrência, dois homens teriam cometido o crime. Os assassinos não roubaram nada.
A assessoria de imprensa da SSP não confirma que o crime foi um atentado planejado por facções criminosas. No último mês de julho, cinco agentes penitenciários de presídios paulistas foram mortos em emboscadas realizadas por grupos criminosos. Desde o início de 2006, 14 funcionários de estabelecimentos prisionais foram assassinados no estado.
As autoridades iraquianas querem uma maior participação do Brasil na reconstrução do país, dosage diz o embaixador Bernardo Brito, representante do Brasil para a República do Iraque.
Ele disse que os empresários brasileiros já podem ampliar os negócios com os iraquianos utilizando a fronteira norte do país, onde a situação de estabilidade facilita a entrada de produtos e serviços.
"A situação de segurança na região central do país ainda é difícil, mas nas regiões Norte e Sul as circunstâncias são bem melhores para negociações comerciais, o que facilita a retomada do processo de desenvolvimento", diz o diplomata.
Atualmente, a embaixada brasileira, onde fica o embaixador, opera na chancelaria em Amã, na Jordânia, em função dos custos e também das questões de segurança na capital iraquiana.
Mesmo com o fato do Brasil ter condenado a ofensiva militar internacional coordenada pelos Estados Unidos que invadiu o país, Bernardo Brito considera normal à participação do Brasil na reestruturação do Iraque. "Temos um histórico comercial e uma tradição de presença das empresas brasileiras em terras iraquianas", diz.
O Brasil não participa dos negócios com o governo do Iraque, que foram divididos entre as empresas dos países que fizeram parte das forças militares que participaram da ofensiva. Entretanto, o comércio das empresas privadas iraquianas com empresas brasileiras continua existindo.