O ministro das Relações Exteriores do Irã, Abbas Araghchi, afirmou que não há motivos para negociações com os Estados Unidos e negou que o país tenha pedido um cessar-fogo. Teerã promete continuar com ações de autodefesa em resposta à ofensiva iniciada em 28 de fevereiro, que incluiu agressões americano-israelenses.
Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos anunciaram a interceptação de dezenas de drones e mísseis lançados pelo Irã contra Israel e países vizinhos, visando bases militares americanas e infraestruturas econômicas, especialmente energéticas.
Em Abu Dhabi, capital dos Emirados Árabes Unidos, um cidadão palestino morreu após a queda de um míssil sobre um veículo, no contexto dos ataques iranianos de retaliação.
O Ministério das Relações Exteriores do Irã desmentiu o presidente dos EUA, Donald Trump, que afirmou que o Irã quer chegar a um acordo. O secretário de Energia norte-americano expressou esperança de que a guerra termine nas próximas semanas, enquanto o governo israelense prevê que o conflito dure mais três a seis semanas.
Israel garantiu que o regime iraniano já está enfraquecido, mas avisou que os ataques continuarão. Além disso, o país negou negociações com o Líbano para encerrar o conflito, afirmando que o presidente e o Exército libanês devem impedir o Hezbollah de atacar a partir do território.