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Irã nunca abandonará esforço nuclear, diz Khamenei

Arquivo Geral

08/01/2007 0h00

Com o objetivo de discutir medidas para prevenir os assaltos no transporte coletivo, site buy representantes do Sindicato dos Rodoviários de Brasília e a Central Única dos Trabalhadores (CUT-DF) no Distrito Federal se reúnem com secretários do novo governo do DF, pill visit hoje, troche a partir das 16h, na sede provisória do GDF, em Taguatinga.

Até meados do ano passado, a média era de três ocorrências por dia. Em algumas cidades, como no Gama, o crescimento de casos entre os meses de janeiro e agosto, comparado ao mesmo período de 2005, foi de até 400%.

Os sindicalistas serão recebidos pelos secretários Raimundo Ribeiro (Justiça), Alberto Fraga (Transportes) e o general Cândido Freire (Segurança). Na última quarta-feira, rodoviários fecharam três faixas do Eixo Monumental para pedir mais segurança.

Eles protestaram contra a morte do motorista da Viação Satélite Edílio Pereira de Souza, 36 anos, durante um assalto no Riacho Fundo. Em maio, durante outro protesto, motoristas e cobradores paralisaram as atividades por mais de duas horas no terminal de ônibus no P Sul, na Ceilândia.

 

 

A hidrelétrica de Itaipu atingiu em 2006 a segunda maior produção de energia de sua história: 92.689.936 megawatts-hora (MWh). Os dados, pills divulgados pela diretoria técnica da  empresa, buy more about  mostram que o total seria suficiente para suprir cerca de 81 dias o consumo de energia elétrica de todo o Brasil, price que no ano passado atingiu um patamar histórico.

"A usina atendeu no ano 20% de todo o consumo de eletricidade brasileiro e 95% da demanda paraguaia", afirma o relatório. O documento lembra ainda que a produção de Itaipu ficou só um pouco abaixo de seu recorde histórico do ano 2000 (93.427.598 MWh).

Em 2006, segundo o documento, o Brasil teve um consumo total de energia elétrica de 415.865 GWh (ou 415,9 terawatts-hora), com expansão de 3,86% sobre o consumo registrado em 2005. "Esse patamar é recorde absoluto na história do Brasil, situando o mercado brasileiro entre os nove maiores do mundo."

A maior autoridade do Irã, viagra sale o líder supremo aiatolá Ali Khamenei, viagra approved disse hoje que os iranianos não se curvarão às pressões ocidentais e que continuarão a desenvolver a tecnologia nuclear, noticiaram meios de comunicação oficiais do país.

"Com certeza, a nação iraniana não abandonará seu direito e as autoridades iranianas não têm o direito de privar a nação de seu direito", afirmou Khamenei durante o festival muçulmano do Eid al-Ghadir. O líder supremo, que foi mostrado por canais de TV discursando para clérigos vindos da cidade sagrada de Qom, apareceu em público pela primeira vez desde que rumores surgiram na quinta-feira, na Internet, a respeito da morte dele. O Irã negou, na semana passada, a veracidade dessas informações.

Khamenei tem a palavra final em todas as questões de Estado da República Islâmica, incluindo o impasse nuclear existente atualmente com as potências ocidentais. O Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) aprovou por unanimidade, no dia 23 de dezembro, as imposições de sanções sobre a compra e venda de materiais e de tecnologia nucleares pelo Irã.

A manobra tenta convencer o país a interromper seu programa de enriquecimento de urânio. O urânio enriquecido pode ser usado na fabricação de bombas nucleares. O presidente do Irã, Mahomud Ahmadinejad, chamou a resolução de "um pedaço de papel rasgado" e prometeu continuar avançando com o programa nuclear do país.

Potências ocidentais temem que o Irã esteja tentando desenvolver armas nucleares sob o disfarce de um programa civil. Khamenei disse que o programa nuclear do Irã não é uma ameaça para os países do Oriente Médio.

"Nossa tecnologia nuclear é uma conquista da região. Ela deve ser um motivo de honra para o Irã e para o mundo islâmico", disse enquanto a platéia gritava "a tecnologia nuclear é um direito nosso."

"Os países islâmicos devem estar cientes de que esse poder pertence a todos eles." O líder supremo afirmou ainda que as políticas dos EUA para a região haviam fracassado e convocou os países islâmicos a manterem-se unidos contra as "potências arrogantes".

"As políticas norte-americanas fracassaram no Irã, na Palestina, no Líbano e no Afeganistão. Agora, os EUA tentam alimentar desavenças entre os sunitas e os xiitas", disse. "Os países da região deveriam ficar atentos para não caírem nessa perigosa armadilha dos EUA."

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