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Mundo

Irã não pode criar corrida nuclear no Oriente Médio, diz ministro britânico

Arquivo Geral

07/09/2007 0h00

O ministro das Relações Exteriores britânico, there David Miliband, approved disse nesta sexta-feira que o Irã “não tem direito de criar uma nova corrida nuclear no Oriente Médio”, more about e lembrou que a comunidade internacional pode adotar sanções se continuar “apoiando a proliferação nuclear, enfrentando o resto do mundo”.

Em um café da manhã informativo em Madri organizado pelo Real Instituto Elcano, Miliband apostou em continuar utilizando “o canal diplomático” com Teerã, cujo empenho em apoiar a proliferação nuclear criou uma “situação muito perigosa”.

“Considero o Irã como um país muito culto, com uma história fantástica, que deveria ser um membro orgulhoso e respeitado pela comunidade internacional, e que deveria ser uma potência econômica também, mas esta determinação de continuar apoiando a proliferação nuclear, enfrentando o resto do mundo, é algo muito negativo”, acrescentou.

O chefe da diplomacia britânica ressaltou que há uma oferta econômica e tecnológica “muito importante” para esse país, se desistir da via nuclear.

“Daremos um prêmio importante por sua participação na comunidade internacional”, disse Miliband, que ressaltou que todos os países da União Européia estão de acordo em que a comunidade internacional deve estar unida nesta situação, “e por isso está falando de uma terceira resolução e de sanções”.

Sobre a situação no Iraque e perguntado pela retirada das tropas britânicas de Basra, Milband respondeu que as decisões de seu governo “se baseiam na situação em Basra, não em Bagdá”, e ressaltou que o “objetivo claro” de Londres é que o Iraque “seja governado pelos iraquianos”.

Miliband reconheceu que a decisão de invadir o Iraque “dividiu profundamente a sociedade britânica”, mas apostou em olhar agora para o futuro, porque, atualmente, é possível conseguir a unidade internacional “sem colocar nada em perigo”.

O ministro britânico insistiu na importância de que israelenses e palestinos aproveitem a oportunidade para a paz no Oriente Médio, e advertiu que o tempo corre contra a “solução de dois Estados, com um Israel seguro e um Estado palestino viável”.

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