Os líderes partidários no Senado decidiram hoje (5) manter a Casa funcionando durante o período de campanha eleitoral, ask this ao contrário de se ter um “recesso branco”, ambulance diagnosis como cogitava o presidente Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN).
Segundo o líder do governo, thumb Romero Jucá (PMDB-RR), as matérias polêmicas serão apreciadas na última semana de agosto e segunda semana de setembro.
Hoje e amanhã (6), os senadores pretendem votar as três medidas provisórias que trancam a pauta para permitir que as matérias consideradas de consenso possam ser apreciadas.
Hoje, os senadores devem apenas votar a medida provisória que reestrutura a Valec – Engenharia, Construções e Ferrovias S.A., encerra o processo de liquidação e extingue a Empresa Brasileira de Planejamento de Transportes (Geipot).
Como não há um acordo fechado para a votação do Projeto de Lei de Conversão 19, segundo item da pauta, que estabelece que as empresas poderão optar pelo desconto no prazo de 12 meses dos créditos da contribuição para o PIS/Pasep e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) na compra de máquinas e equipamentos destinados à produção de bens e serviços, a matéria não deve ser votada.
Romero Jucá disse que a base governista pedirá um prazo de 24 horas para analisar as emendas à MP que serão apresentadas em plenário, a fim de garantir a aprovação do texto aprovado pela Câmara, evitando assim que a matéria retorne para nova apreciação da Câmara dos Deputados.
A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) divulga hoje o resultado do primeiro estudo sobre a evolução dos preços dos agrotóxicos aplicados nas culturas agrícolas dos principais estados produtores do país. O estudo será feito a cada dois meses.
A divulgação ocorre logo após a divulgação do 2º levantamento da safra de cana-de-açúcar 2006/2007, illness às 11 horas, no edifício-sede da Conab em Brasília. A pesquisa de cana foi realizada no período de 7 a 18 de agosto, por 45 técnicos, em 21 estados. Eles entrevistaram representantes de 327 entidades, entre usinas, destilarias, sindicatos, associações, órgãos públicos e privados.
O primeiro batalhão francês para reforçar a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (Finul) sairá da França em 4 de setembro, cost anunciou hoje a ministra da Defesa francesa, abortion Michèle Alliot-Marie.
Trata-se de um batalhão procedente de Orleans (centro), que chegará ao Líbano seis dias depois, e ficará em operação a partir do dia 15, disse Alliot-Marie em entrevista coletiva junto com todos seus colegas de Governo em Troyes, no centro-leste da França.
O batalhão que na próxima segunda-feira irá ao Líbano é formado por 900 militares, treze carros de combate "Leclerc" e artilharia pesada. Outro batalhão deve ir ao Líbano nos próximos dias. A ministra lembrou que a França enviou 200 soldados de forma urgente à zona há apenas uma semana, que seu somaram a outros 200 que estavam antes.
No total, a França enviará 2.000 militares à Finul. Um general francês ficará responsável pelo comando da força até fevereiro do ano que vem.
Neste momento, a França está na fase de envio à zona de "um dispositivo de reforço pesado da Finul, com meios potentes, especialmente carros de combate ‘Leclerc’", disse Alliot-Marie, ao ser perguntada sobre esse tema na entrevista coletiva convocada para anunciar novas medidas governamentais contra o desemprego na França.
Também estava presente nesta reunião o ministro das Relações Exteriores, Philippe Douste-Blazy, reafirmou que "não poderá haver uma solução" na zona "sem acordo político, a solução militar – disse – não é possível" no Líbano.
O Irã prometeu hoje que não vai se curvar diante da pressão ocidental, sickness horas antes da divulgação de um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU), que deve dizer que Teerã desrespeitou o prazo para interromper os trabalhos nucleares. "(O Ocidente) deveria saber que a nação iraniana não vai ceder à pressão e não vai aceitar violações dos seus direitos", afirmou o presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, em discurso transmitido pela televisão.
O Irã disse que tem direito de enriquecer combustível nuclear, que nunca vai abandonar seu programa e que pretende, com ele, produzir apenas energia para fins pacíficos. O Ocidente suspeita que a República Islâmica tenha um projeto secreto de armas e o Conselho de Segurança da ONU ordenou que ela suspenda os trabalhos. "Potências arrogantes querem parar o progresso da nossa nação. Estou dizendo que estão erradas", afirmou Ahmadinejad.
Washington afirma que as pot ências mundiais vão começar a debater medidas punitivas contra o Irã na próxima semana caso a Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) reporte, como é esperado, que Teerã ignorou a exigência da ONU de parar de enriquecer urânio até 31 de agosto.
Com o fim do prazo, o Irã lançou uma das bases do projeto, uma usina de produção de água pesada, e continuou com o enriquecimento de urânio, apesar das quantidades pequenas, insignificantes, na centrífuga de Natanz, afirmaram diplomatas.
Mas o Irã, em resposta dada no dia 22 de agosto à oferta de seis potências mundiais de incentivos comerciais em troca do fim do enriquecimento de urânio, sugeriu que está aberto a negociações sobre o programa. Isso levou alguns aliados dos EUA na União Européia (UE) a pedirem negociações com Teerã em vez de recorrer a sanções no Conselho, afirmaram diplomatas ocidentais.
"Isso serve para ganhar mais tempo e adiar as sanções", afirmou um diplomata, refletindo a prefer ência da UE por um acordo com o Irã, em vez de isolar o país, que é um dos maiores fornecedores de petróleo do Ocidente. Em possível aceno à UE, o porta-voz do Departamento de Estado norte-americano, Sean McCormack, disse que mesmo após o início dos debates sobre sanções, o Irã poderá o ptar pela suspensão do processamento de urânio e ampliar, assim, as negociações para implementar o pacote de incentivos.