A notícia vem à tona poucos dias depois de o Governo dirigido por Mahmoud Ahmadinejad atacar de novo a rede e ordenar o bloqueio de centenas de sites, alegando “preservar a moral”.
Mohseni Ejei disse que se intensificará a vigilância das páginas na internet, dos blogs e das mensagens de textos enviados através de telefone celular, “para evitar que alguém desvirtue o processo eleitoral”
“Foram convocados à sede do ministério alguns gerentes de sites para adverti-los pessoalmente. Atuaremos contra qualquer ação destrutiva de maneira apropriada”, disse o ministro, citado pela agência de notícias local “Fars”.
O Irã, primeiro país do Oriente Médio e da Ásia Central em número de usuários da internet, é também um dos que tem um sistema de acesso mais restritivo.
Em novembro do ano passado, o Governo iraniano ordenou o bloqueio de mais de 5 milhões de páginas e blogs que considerava perniciosos para a moral e perigosos para a estabilidade do regime.