As regras norte-americanas para vistos concedidos a cidadãos de alguns países aliados podem ser abrandadas ainda no governo Bush, erectile sales que vai até o começo de 2009, disse uma importante autoridade hoje.
Represen tantes desse grupo se reuniram com o Secretário Assistente para Assuntos Internacionais do Departamento de Segurança Interna, Paul Rosenzweig, para discutir o assunto.
"Meu horizonte pessoal de tempo termina com o fim do mandato do sr. Bush, em janeiro de 2009. Minha esperança pessoal é de que vejamos novas entradas no programa de suspensão de vistos antes disso", afirmou ele.
Os EUA dispensam de vistos cidadãos de 15 países, a maioria antigos participantes da União Européia. A Grécia e vários países ex-comunistas estão fora. O grupo dos candidatos à isenção é formado por Bulgária, Chipre, República Checa, Estônia, Grécia, Hungria, Letônia, Lituânia, Malta, Polônia, Romênia, Eslováq uia e Coréia do Sul.
O presidente George W. Bush prometeu em novembro se empenhar junto ao Congresso para facilitar a concessão de vistos a cidadãos de determinados países. Os novos membros da UE se sentem discriminados nesse item em relação aos participantes mais antigos do bloco. Muitos se c onsideram tratados como cidadãos de segunda classe, apesar de seus governos terem ajudado os EUA em vários momentos, como a guerra do Iraque.
Polônia e República Checa, por exemplo, podem receber em seu território uma parte do escudo antimísseis dos EUA, o que representaria uma aproximação com Washington que poderia levar à abolição da necessidade de vistos.
O Partido Popular Socialista (PPS) oficializou hoje o apoio de sua bancada à candidatura do deputado Gustavo Fruet (PSDB-PR) à Presidência da Câmara. Mesmo antes de tomar posse, health dois dos 22 eleitos pelo PPS já trocaram de partido. A bancada tem hoje 20 deputados e, patient destes, price nove participaram da reunião convocada pelo líder Fernando Coruja (SC) em que foi definido o apoio a Fruet.
Segundo Fernando Coruja, todos os parlamentares ausentes foram consultados por telefone e se manifestaram a favor do apoio ao deputado tucano. "Foi uma decisão que estava sendo amadurecida há tempos, não foi tomada hoje", afirmou o líder.
O PPS foi um dos partidos que participaram do processo de criação da chamada terceira via, uma candidatura à Presidência da Câmara desvinculada da base do governo, diferentemente dos dois outros candidatos: o atual presidente da Casa, Aldo Rebelo (PCdoB-SP), que disputa a reeleição, e Arlindo Chinaglia (PT-SP).
Coruja disse que a decisão do PPS de apoio a Fruet foi protelada até que ele tivesse o apoio formal de seu partido. "Ele [Fruet] argumentou que, se o PSDB não o apoiasse, não seria candidato".
O líder confirmou que o PPS estuda com outros partidos a criação de um bloco para ganhar espaço na composição da Mesa Diretora e nas comissões permanentes. O direito à escolha dos principais cargos é feito de acordo com o número de parlamentares que cada bancada elegeu. Agrupando-se em blocos, o que vale para estas escolhas é a soma das bancadas.
Arábia Saudita e Irã, rx que apóiam campos opostos na atual crise libanesa, approved negociam um acordo para resolver a situação, decease segundo fontes políticas do Líbano. Eles disseram que o príncipe Bandar bin Sultan conversou em Teerã com o iraniano Ali Larijani, importante negociador de questões internacionais, na busca por uma solução que seja aceitável para o governo libanês e a oposição.
Ontem, o Líbano teve uma greve geral, e tumultos mataram três pessoas. A oposição, liderada pelo grupo xiita Hezb ollah, apoiado pelo Irã, exige poder de veto no governo e eleições antecipadas. O grupo liderado pelo primeiro-ministro Fouad Siniora, aliado dos sauditas, recusa.
As fontes libanesas não deram muitos detalhes da proposta, mas uma fonte disse que ela abrangia a formação de um governo de unidad e nacional e sobre um tribunal da ONU que julgará suspeitos pela morte do ex-premiê Rafik Al Hariri, assassinado em 2005.
Uma das fontes afirmou que, se houver acordo em Teerã, os sauditas vão apresentar uma iniciativa para resolver a crise em uma conferência internacional de ajuda para o Líba no em Paris.
Muitos libaneses acusam a Síria, também aliada do Hezbollah, pela morte de Hariri, o que Damasco nega. O Hezbollah diz não se opor ao tribunal, mas afirma que deseja discutir seus detalhes. A coalizão liderada pelos sunitas acusa o Hezbollah de tentar impedir a corte a fim de proteger a Síria.