Mais de cem pessoas podem ter morrido depois que um avião nigeriano caiu e pegou fogo hoje ao decolar na capital Abuja, site adiposity disseram a imprensa e fontes de emergência.
Uma fonte da aviação disse que havia 114 pessoas a bordo, sem contar a tripulação. Um motorista de ambulância no local afirmou que no máximo cinco pessoas sobreviveram.
Entre os mortos estão o líder espiritual dos muçulmanos da Nigéria, o sultão Maccido; seu filho, que é senador; o vice-governador do estado de Sokoto e pelo menos mais um senador, disse o governador de Sokoto.
Um correspondente da Reuters viu corpos queimados entre os destroços do avião, operado pela empresa aérea nigeriana ADC, uma empresa doméstica popular.
Apenas a cauda do avião, um motor e parte de uma asa ainda estavam inteiros.
A rádio estatal disse que o tempo estava ruim no momento que a aeronave tentou a decolagem.
"Ele caiu após a decolagem. Era um avião da ADC de Abuja para Sokoto com mais de cem pessoas a bordo", disse uma fonte da Agência Nacional de Gerenciamento de Emergência, pedindo para não ser identificada.
Esse foi o terceiro grande acidente aéreo na Nigéria em pouco mais de um ano. Em outubro de 2005, 119 morreram quando um Boeing 737 da Bellview Airlines caiu logo depois de decolar de Lagos. Em dezembro passado um DC9 da Sosoliso também sofreu um acidente ao pousar em Port Harcourt, matando 106 pessoas.
A ministra das Relações Exteriores israelense, this Tzipi Livni, order cancelou os planos de participar de uma reunião da Organização das Nações Unidas (ONU) no Catar porque os legisladores do grupo militante islâmico Hamas deverão estar lá, prostate disseram hoje autoridades.
Apesar de Israel não ter relações diplomáticas plenas com o Catar, a presença de Livni na convenção da ONU sobre democracia será a primeira visita de um importante ministro israelense ao país em uma década.
O porta-voz do ministério das Relações Exteriores, Mark Regev, disse que Livni nunca chegou a finalizar seus planos, mas decidiu não ir depois de saber que dois legisladores do Hamas, o partido no poder palestino, participariam.
Ele afirmou que a comunidade internacional deixou claro que o Hamas não seria legitimado até que reconhecesse o estado judaico e renunciasse à violência.
Israel – com o apoio do Ocidente – tem boicotado os contatos com o Hamas, que venceu as eleições palestinas em janeiro. O Hamas pede a destruição do estado judaico.
Regev explicou que o ministério envio à conferência Yaacov Hadas, vice-diretor para assuntos do Oriente Médio.
O último ministro do governo israelense a visitar o Catar foi Shimon Peres, que abriu um escritório de comércio lá como primeiro-ministro em 1996.
Forças norte-americanas e iraquianas afirmaram ter matado cerca de 17 combatentes num confronto ao norte de Bagdá no início deste domingo, ed após o presidente dos Estados Unidos, health George W. Bush, ter prometido ao premiê do Iraque mais ajuda militar, numa tentativa de amenizar as recentes divergências entre os dois governos.
"Não há tensões na relação", disse Tony Snow, porta-voz da Casa Branca, depois da conversa de quase uma hora entre Bush e Nuri al-Maliki no sábado. Na semana passada, divergências públicas entre líderes dos dois governos levantaram dúvidas sobre a estratégia militar norte-americana, às vésperas das eleições parlamentares de 7 de novembro.
Segundo Snow, "o presidente está muito feliz com a maneira com a qual o primeiro-ministro vem trabalhando".
Assessores de Maliki dizem que ele está furioso com a pressão que os norte-americanos fazem sobre ele. O premiê e seus companheiros xiitas estariam preocupados com uma suposta reaproximação entre Washington e a minoria sunita, que permaneceu no poder durante o regime de Saddam Hussein.
Num lembrete da violência que ocorre no país, fontes do Ministério do Interior disseram que a polícia da capital iraquiana havia encontrado mais 25 corpos, a maioria com sinais de tortura. Uma ação típica dos confrontos entre milícias que, segundo Bush, estão esgotando a paciência dos Estados Unidos.
Ele tem prometido permanecer ao lado do governo iraquiano, mas somente enquanto o premiê e seus subordinados tomarem "decisões duras", incluindo a repressão das milícias partidárias. Analistas interpretam as críticas da Casa Branca aos líderes iraquianos como uma preparação de terreno para um plano de retirada das tropas norte-americanas.
"Estamos comprometidos com a parceria que os nossos países e governos formaram", declararam Bush e Maliki num comunicado conjunto, após a conversa de ontem. Antes, na semana passada, o presidente dos Estados Unidos havia afirmado, no entanto, que não deixaria as suas tropas no fogo cruzado de uma guerra civil.
O gabinete de Maliki afirmou que Bush prometeu mais ajuda para as forças iraquianas. O premiê havia dito na semana passada que poderia trazer a ordem ao país em seis meses, metade do tempo estimado por um general norte-americano, se as suas tropas fossem melhor treinadas e armadas. Ele acusou a política de Washington pelas turbulências e cobrou mais poder para comandar as suas forças.
Nenhum soldado norte-americano foi ferido nas batalhas ocorrida de madrugada perto de Balad, 80 quilômetros ao norte da capital, afirmaram os militares dos Estados Unidos num comunicado. O informe descreveu ataques aéreos contra militantes à espera de forças terrestres para executar duas diferentes emboscadas.
Até agora, em outubro, 99 norte-americanos morreram no Iraque, o pior mês para os Estados Unidos em quase dois anos.
Os grupos de rebeldes atacados pelos aviões da coalizão liderada pelos Estados Unidos estavam armados com artilharia, disse a nota dos militares norte-americanos.
Ontem, três soldados iraquianos foram mortos e quatro ficaram feridos nos arredores de Balad, de acordo com a polícia.
"Aviões atacaram duas diferentes emboscadas terroristas, enquanto as forças terrestres moviam-se para o seu objetivo no início da manhã deste domingo, perto de Balad", afirmou o comunicado. De acordo com os Estados Unidos, quatro rebeldes foram mortos num ataque, e cerca de 13 no outro.
Na região em que as forças operam, insurgentes sunitas, alguns ligados à Al Qaeda, lutam contra moradores e milícias da cidade xiita.
Um repórter da Reuters que viajava pela região na semana passada testemunhou os resultados imediatos dos combates. A principal via de Bagdá para Mosul e para a fronteira com a Turquia ficou bloqueada.
Num comício eleitoral em Indiana, Bush afirmou que os Estados Unidos "derrotarão o inimigo no Iraque". Segundo ele, o governo tem um plano para vitória. "Nosso objetivo é um país que pode se sustentar, se governar, se defender e que será um aliado na guerra contra o terror."
O Irã afirmou hoje que vai manter seu trabalho de pesquisa e desenvolvimento nuclear depois que o país ampliou sua capacidade de enriquecer urânio, find a parte do programa atômico iraniano que mais preocupa o Ocidente.
O Irã deu início na semana passada a uma segunda rede de 164 centrífugas, erectile que podem ser usadas para enriquecer urânio para produzir combustível usado em usinas nucleares ou material para bombas.
Teerã insiste que quer apenas produzir eletricidade, mas o Ocidente acredita que o país tem objetivos militares.
"O Irã vai continuar com suas atividades de pesquisa e desenvolvimento, conforme prevê o TNP (Tratado de Não-Proliferação Nuclear)", disse o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Mohammad Ali Hosseini, em uma entrevista semanal à imprensa.
Ele disse que inspetores da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA) visitaram o Irã na semana passada e relataram ao chefe da organização, Mohammed El-Baradei, que houve progresso na segunda rede de centrífugas.
"Isso (o início da segunda cascata) não é um evento especial. É a continuação de nossas atividades legais sob supervisão da agência", disse Hosseini.
Um esboço de resolução com sanções foi elaborado por países europeus depois que o Irã não cumpriu um prazo do Conselho de Segurança da ONU para interromper o enriquecimento, mas a Rússia, que tem poder de veto no conselho, mostrou receio com a proposta.