Mundo

Irã condena armas atômicas após teste norte-coreano

Por Arquivo Geral 10/10/2006 12h00

Três pessoas morreram quando um avião carregando 16 passageiros e tripulantes pegou fogo após pousar em um aeroporto no oeste da Noruega, medications buy afirmou a polícia hoje. "Posso confirmar que três pessoas foram encontradas mortas no avião", afirmou o oficial de polícia John Olav Olsen.

Olsen afirmou que o avião teve problemas durante a aterrissagem, às 7h37 (horário local) em Stord, uma ilha ao sul de Bergen na costa oeste da Noruega, e pegou fogo depois de derrapar na pista. Ele não pôde dar mais detalhes nem a nacionalidade dos mortos.

A polícia disse que 13 pessoas foram resgatadas dos destroços. Todas foram levadas para o hospital e três foram transferidas de avião para um centro de queimados graves em Bergen, a cerca de 60 quilômetros. Outros três feridos estavam sendo levados a Bergen, disse o hospital.

A aeronave foi alugada pela empresa petrolífera Aker Stord, parte do grupo de engenharia costeira Aker Kvaerner. O avião da Atlantic Airways das ilhas Faroe, no mar do Norte, fazia uma escala entre Stavanger, na costa norueguesa, e a cidade de Molde, disse a Aker Stord. Molde é a base para o enorme campo de gás Ormen Lange, que fornecerá em breve à Grã-Bretanha um quinto de suas necessidades de gás.

A rádio pública NRK divulgou vozes de testemunhas anônimas, que falavam em um grande estrondo, uma bola de fogo e ondas de fumaça. Imagens do local que mostravam uma grande chaminé de fumaça sobre destroços ainda incendiados foram publicadas em versões eletrônicas de jornais noruegueses.

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Um bebê prematuro recém-nascido foi encontrado vivo depois de passar 24 horas em um buraco no Paraná. A criança foi achada ontem à tarde por vizinhos em Laranjeiras do Sul, page no interior do estado.

Os vizinhos desconfiaram depois que a mãe foi vista saindo de casa grávida por volta das 16h de domingo e voltou duas horas depois com a roupa cheia de sangue e sem a barriga.

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A criança foi localizada em um buraco no matagal, medications provavelmente uma toca de tatu, pill  ao lado da casa da mãe. O menino foi levado para o hospital e passa bem.

A polícia suspeita que a mãe tenha forçado um aborto para se livrar da gravidez indesejada. Ouvida por policiais militares, a mulher inicialmente negou que a criança fosse dela, mas exames médicos confirmaram que ela havia dado à luz nas 24 horas anteriores. Chorando muito e dando informações desconexas, a mãe não pôde ser ouvida oficialmente.

 

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O Irã, ask acusado pelo Ocidente de desenvolver armas nucleares, afirmou hoje ser contra a posse de tais armas por qualquer país do mundo, em reação ao anúncio de que a Coréia do Norte fez o teste subterrâneo de uma bomba atômica. Houve condenação unânime ontem ao suposto teste norte-coreano, e Washington solicitou à Organização das Nações Unidas (ONU) que imponha sanções ao país comunista.

"O Irã é contra o uso e produção de armas nucleares. Nenhum país é competente para usar armas nucleares", afirmou o porta-voz do governo, Gholamhossein Elham, em sua reunião semanal com jornalistas. O Irã admite ter um programa nuclear, mas diz que ele é voltado apenas à geração de energia com fins civis. Os EUA e outros países duvidam e querem que a ONU também imponha sanções a Teerã.

Embora o presidente dos EUA, George W. Bush, tenha há alguns anos incluído Irã e Coréia do Norte na lista de inimigos que chamou de "eixo do mal", autoridades ocidentais, inclusive norte-americanas, salientaram ontem que os casos do Irã e da Coréia do Norte são diferentes e exigem soluções diversas. Elham reiterou que Teerã não tem intenções de produzir armas nucleares. "O trabalho atômico do Irã é transparente, não deve ser considerado uma ameaça", afirmou ele, cobrando também o desarmamento das potências nucleares declaradas.

O aiatolá Ali Khamenei, líder supremo do Irã, emitiu em agosto de 2005 um decreto religioso declarando que a fabricação, armazenamento e uso de armas atômicas contraria as crenças islâmicas, disse na época a agência estatal Irna. EUA, Alemanha, Grã-Bretanha, França, Rússia e China decidiram na sexta-feira discutir possíveis sanções da ONU contra o Irã devido à recusa do país em suspender seu programa de enriquecimento de urânio.

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Elham pediu às seis potências que respeitem os regulamentos internacionais. "Eles devem reconhecer o direito ao progresso e ao avanço tecnológico de qualquer país, as leis internacionais deveriam ser respeitadas", afirmou. 

O Irã é signatário do Tratado de Não-Proliferação Nuclear e insiste ter o direito a tal tecnologia. A Coréia do Norte também era signatária, mas abandonou o tratado em 2003, após admitir ter um programa secreto de enriquecimento e de expulsar inspetores da ONU. O Irã afirma não ter a intenção de abandonar o tratado. Fontes ocidentais de inteligência dizem que técnicos norte-coreanos ajudaram no passado no treinamento de cientistas nucleares iranianos.

 

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