A fonte afirma que Raghad, 38 anos, foi acusada pelo atual Governo iraquiano de vários crimes, incluindo terrorismo, mas não forneceu mais detalhes. Em 2003, Raghad e sua irmã Rana viajaram para Amã (Jordânia) fugindo da ocupação americana do Iraque e foram recebidas pelo rei Abdullah II, na qualidade de hóspedes.
A filha mais velha de Saddam Hussein foi vista em público pela última vez um dia antes da execução de seu pai, em 30 de dezembro de 2006, no colégio de advogados jordaniano, durante um protesto contra o enforcamento do ex-ditador.
Em julho de 2006, o Governo iraquiano incluiu Raghad na lista das 40 pessoas mais procuradas do país e tentou obter sua extradição da Jordânia várias vezes.
O Governo jordaniano, que se negou a acatar os pedidos iraquianos reiteradamente, limitou-se a pedir às filhas de Hussein que evitem fazer declarações à imprensa e, especificamente, aos canais de televisão via satélite.