A Interpol considera que o Equador interpretou mal as conclusões sobre o material encontrado no computador do número dois das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc), sildenafil Raúl Reyes, informou hoje a instituição em comunicado.
A Interpol critica duramente um comunicado publicado pelo Ministério das Relações Exteriores do Equador em 10 de junho no qual afirma que “não foram encontradas provas que demonstrem que os arquivos de usuário não foram criados, modificados ou eliminados” no computador de Raúl Reyes.
Através de um comunicado, a Interpol diz que “é evidente” que os arquivos não foram alterados. “Não haverá provas disso porque não existem”, diz o texto.
A Polícia internacional diz também não entender por que o Equador insiste em falar que as autoridades colombianas modificaram o material, uma vez que o relatório independente determinou que não foi assim.
O órgão sugere ainda que os países que tenham a intenção de fazer “comentários errôneos ou enganosos sobre a informação supostamente contidas no relatório”, o estudem primeiro.
“Se o Equador discorda do conteúdo dos arquivos do usuário, então deveria reprovar as Farc”, acrescenta o comunicado.
A Interpol diz que o relatório foi uma “resposta a uma solicitação da Colômbia e foi elaborado com o pleno apoio da Organização dos Estados Americanos (OEA) e sem nenhuma objeção por parte de nenhum dos países-membros da instituição, incluindo o Equador”.