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Inflação nos EUA se manteve em 2,7% em 12 meses em dezembro

O índice de preços ao consumidor (IPC), uma das principais medidas da inflação, subiu 2,7% em 12 meses encerrados em dezembro, a mesma taxa anual de novembro, segundo o Departamento do Trabalho

Redação Jornal de Brasília

13/01/2026 11h35

u.s. senate votes on amendments to inflation reduction act over the weekend

Foto por ANNA ROSE LAYDEN / GETTY IMAGES NORTH AMERICA / GETTY IMAGES VIA AFP

A inflação nos Estados Unidos se manteve estável em dezembro, como esperado pelos analistas, segundo dados publicados pelo governo nesta terça-feira (13), após um ano em que as tarifas do presidente Donald Trump ameaçaram a estabilidade dos preços.

O índice de preços ao consumidor (IPC), uma das principais medidas da inflação, subiu 2,7% em 12 meses encerrados em dezembro, a mesma taxa anual de novembro, segundo o Departamento do Trabalho.

Na medição mensal, o IPC aumentou 0,3%.

Embora os preços não tenham disparado nos últimos meses de 2025, a inflação subiu ao longo do ano, à medida que Trump impôs sucessivas ondas de tarifas sobre as importações americanas, afetando produtos de praticamente todos os parceiros comerciais.

No entanto, nos últimos meses, o governo Trump ampliou a lista de isenções que abrangem produtos essenciais, incluindo produtos agrícolas, devido ao aumento da preocupação com o custo de vida entre as famílias em todo o país.

Sendo assim, a taxa de inflação de 2,7% para dezembro de 2025 compara-se aos 2,9% de dezembro de 2024.

Mas os preços dos alimentos subiram acima da média, atingindo 3,1% em 12 meses.

O governo destaca uma queda de 3,4% nos preços da gasolina.

As empresas relataram custos mais altos, embora muitas tenham tentado mitigar o impacto aumentando seus estoques antes dos aumentos tarifários, evitando assim repassar o custo total aos consumidores.

Em dezembro, o índice de preços de imóveis foi o principal fator por trás do aumento mensal da inflação, segundo o relatório divulgado nesta terça-feira.

A inflação subjacente, que exclui os preços voláteis dos alimentos e da energia, foi de 2,6% em relação ao ano anterior.

AFP

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