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Indonésia pode sofrer outro tsunami, dizem especialistas

Arquivo Geral

05/12/2006 0h00

O ministro da Fazenda, viagra 60mg pills Guido Mantega, informou hoje que o governo desistiu de um redutor único para as despesas públicas e pretende fixar mecanismos específicos de controle de gastos para diferentes blocos de despesas.

"Em vez de ser uma regra única, é uma regra para cada bloco de despesas, como pessoal", afirmou Mantega a jornalistas no Palácio do Planalto, onde participa de evento.

O ministro detalhou que os redutores deverão impedir que as despesas de cada bloco cresçam acima do Produto Interno Bruto (PIB).

O novo sistema de controle de gastos é um dos pontos do pacote de medidas em elaboração pela equipe econômica para impul sionar o crescimento da economia brasileira.

Na previsão de Mantega, o anúncio do pacote deve acontecer antes do Natal. Segundo ele, as medidas incluem projetos de lei e medidas provisórias e, dos temas em estudo, o fiscal é o mais complexo, pois prevê não só instrumentos para conter gastos correntes, como também iniciativas relacionadas à reforma tributária, previdência e salário mínimo.

 

O presidente da Venezuela, side effects Hugo Chávez, disse na terça-feira que seu adversário evitou um banho de sangue no país ao admitir rapidamente sua derrota na eleição de domingo, sem contestar a esmagadora vantagem de Chávez – o que Manuel Rosales já havia prometido não fazer.

Em cerimônia na qual foi proclamado presidente reeleito, Chávez adotou um raro tom conciliador para se referir a Rosales e elogiá-lo por resistir aos apelos de seus seguidores radicais para que denunciasse uma fraude.

"Os extremistas fracassaram em um plano que haviam preparado para atrapalhar a eleição e terminar numa noite terrível, violenta, sangrenta", disse Chávez, que está no poder desde 1999.

Durante a campanha, Chávez acusou a oposição de tramar com os EUA para acusá-lo de fraude eleitoral. Então, segundo o presidente, seus adversários mobilizariam manifestações nas ruas e tentariam articular um golpe militar.

A oposição rejeitou as duas principais eleições anteriores, acusando o governo de manipular os resultados.

Apesar de Rosales negar qualquer plano contra Chávez durante a campanha, muitos venezuelanos estocaram comida e água, precavendo-se para eventuais incidentes pós-eleitorais.

Em 2002, após um tiroteio com vários mortos numa manifestação contra Chávez, um golpe de Estado derrubou o presidente do poder durante alguns dias.

No domingo, quando os resultados preliminares apontaram sua flagrante derrota, Rosales admitiu a vitória do adversário, dizendo que seria uma mentira contestar a apuração e fingir que havia vencido.

"Quero saudar a ala responsável da oposição, a ala séria, especialmente os líderes", disse Chávez. "Já era hora que assumissem a atitude de um verdadeiro democrata."

Chávez em alguns momentos já buscou no passado uma reconciliação com a oposição, mas sempre acabou se distanciando de novo das classes média e alta.

Na cerimônia de proclamação, Chávez acenou para centenas de seguidores vestidos de vermelho e cumprimentou soldados que usam a boina vermelha que simboliza o chavismo, em alusão ao tempo em que ele era tenente-coronel pára-quedista.

Os resultados oficiais de terça-feira mostraram a força do mandato de Chávez com o apoio esmagador da maioria pobre. Ele obteve 63 por cento dos votos no domingo, mais do que em seus dois mandatos anteriores e mais do que qualquer dos outro nove presidentes eleitos desde o ano passado na América Latina.

No domingo, alguns eleitores de Rosales o chamaram de "covarde" e convocaram manifestações nas ruas ao receber a notícia de que o candidato admitira a derrota.

Mas no final a única multidão que se viu na noite de domingo estava vestida de vermelho e dançava salsa para celebrar a vitória do "comandante", um ídolo para muitos venezuelanos devido aos programas sociais financiados pelo dinheiro do petróleo em comunidades pobres.

Analistas dizem que a atitude de Rosales dá à oposição a credibilidade que há anos lhe faltava, o que pode criar ao menos uma estabilidade de curto prazo no país.

O primeiro-ministro iraquiano, no rx Nuri Al Maliki, discount anunciou na terça-feira o envio de representantes a países vizinhos em busca de ajuda para conter a violência no Iraque e para convocar uma conferência de líderes regionais sobre o assunto.

Horas antes, bombas e tiros mataram 30 pessoas em Bagdá, inclusive 14 funcionários de uma fundação xiita, vítimas de uma emboscada numa rodovia ao norte da capital.

Em entrevista coletiva, Maliki disse que seus enviados vão "incentivar os governos desses países a reforçarem a segurança e a estabilidade". Segundo ele, a cúpula regional vai acontecer em meados de dezembro, para tentar reconciliar comunidades rivais.

Salah Abdul Razzaq, porta-voz da fundação xiita que supervisiona mesquitas e locais religiosos, disse que a emboscada contra o ônibus de seus funcionários "se destina a acirrar a tensão sectária entre os iraquianos".

"Os terroristas estão tentando retratar esses crimes como um conflito sectário", afirmou.

Razzaq disse que outros oito funcionários da entidade ficaram feridos no atentado, que envolveu um carro-bomba e muitos tiros numa rodovia que passa pelo bairro de Qahira.

Na zona sul de Bagdá, num bairro religiosamente misto, três carros-bomba mataram 16 pessoas e feriram 25.

Maliki, um muçulmano xiita que se mostrou incapaz de conter a violência desde que assumiu o cargo, há sete meses, não especificou que países vizinhos está abordando.

Autoridades dos EUA e do Iraque há muito acusam a Síria de pouco fazer contra o fluxo de armas e militantes islâmicos pela longa e desértica fronteira com o Iraque. No mês passado, Bagdá e Damasco decidiram retomar as relações diplomáticas, rompidas há quase 25 anos.

Os EUA e muitos países de governos sunitas nos arredores, como Jordânia e Arábia Saudita, vêem com suspeitas o Irã, que não é árabe e segue a linha xiita. Teerã tem crescente influência sobre o Iraque, que também tem maioria xiita, agora no governo.

"Nossa meta é ter essa conferência no Iraque porque será um sinal de apoio ao Iraque, mas ainda não está decidido. Formamos delegações que serão enviadas", afirmou. "Após conversar com os governos, vamos decidir se a conferência será para os países vizinhos, ou além, uma conferência regional ou internacional."

Na segunda-feira, o clérigo Abdul Aziz Al Hakim, chefe do maior partido do governo iraquiano, o Sciri, se reuniu com o presidente norte-americano, George W. Bush, em Washington. Hakim pediu ao presidente norte-americano mais dureza contra os rebeldes sunitas para evitar uma guerra civil.

Bush encontrou Maliki na semana passada e se reúne ainda neste mês com o vice-presidente Tareq Al Hashemi, sunita, em busca de uma nova abordagem para conter uma crise que se agrava e pode afetar todo o Oriente Médio.

O governo mexicano enviou ao Congresso o Orçamento de 2007, abortion que prevê um crescimento econômico de 3, clinic 6 por cento e uma inflação em torno de 3 por cento, viagra buy informou na terça-feira o Ministério da Fazenda.

O Orçamento, o primeiro do governo do presidente Felipe Calderón que assumiu em 1o de dezembro, inclui também um preço médio de 42,50 dólares por barril para o petróleo e uma taxa de câmbio de 11,2 pesos por dólar.

O petróleo é a principal fonte de divisas do país.

O governo propôs alcançar o equilíbrio em suas contas fiscais na peça orçamentária, que ainda precisa de aprovação do Congresso.

Para este ano, espera-se um superávit de 0,3 por cento do Produto Interno Bruto (PIB). Além disso, a expectativa é de um déficit em conta corrente de 2,3 por cento do PIB para 2007, de acordo com o projeto do Orçamento.

O México, segunda maior economia da América Latina, projeta uma expansão de 4,7 por cento este ano, com inflação pouco abaixo de 4 por cento, e um pequeno superávit das finanças públicas, conforme cálculos oficiais.

As centrais sindicais vão manter a proposta de um aumento do salário mínimo de R$ 350 para R$ 420, more about apesar da insistência do ministro da Fazenda, information pills Guido Mantega, por um valor de R$ 367. Mais uma vez, a batalha do salário mínimo será entre a equipe econômica e ministérios aliados aos movimentos sociais, avaliam os sindicalistas.

"Há uma disputa no interior do governo e nós vamos apostar no setor mais comprometido com mudanças, com a distribuição de renda. Nos ajuda que o governo não seja submisso a um pensamento único, é importante que tenha essa dicotomia interna", disse Quintino Severo, secretário-geral da Central Única dos Trabalhadores (CUT), nesta terça-feira.

Na quarta-feira, as centrais realizam manifestação em frente ao Congresso Nacional em Brasília, dando início à mobilização pelo novo salário mínimo. A 3a Marcha Nacional do Salário Mínimo, promovida por seis centrais sindicais, deverá reunir 10 mil pessoas.

"Este valor de R$ 367 é uma posição só do Mantega. Conversei hoje três ministros que não têm esse pensamento", disse Paulo Pereira da Silva, o Paulinho, presidente da Força Sindical, que, como o dirigente da CUT, já está em Brasília para participar dos atos.

Entre esses ministros estariam Luiz Marinho (Trabalho), ex-presidente da CUT e crítico da conduta do Banco Central, e Luiz Dulci (Secretaria-Geral da Presidência), que tem a função de fazer a ponte entre o governo e os movimentos sociais. Dilma Rousseff (Casa Civil) também estaria neste grupo.

Do lado oposto estaria Paulo Bernardo (Planejamneto) identificado pelos movimentos sociais com o pensamento do ex-ministro Antonio Palocci, posição mais radical do que a defendida pelo próprio Mantega, avaliam.

Mantega argumenta que o valor de R$ 367 para o salário mínimo corresponde aos indicadores de crescimento da economia e elevação da inflação, que ficaram abaixo do previsto para este ano.

A CUT argumenta ainda que vai apresentar ao governo a fatura da vitória do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na eleição de outubro, e terá o apoio do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), que vem intensificando a mobilização após a eleição. Convidado, o MST participará da marcha pelo salário mínimo.

"Vamos levar a expectativa da população, dos movimentos sociais em especial, em relação à disputa dos dois projetos para o país realizada do segundo turno. A expectativa agora é de aprofundar as mudanças", disse Severo.

Tanto a CUT quanto a Força defendem que o reajuste em 16,5% do salário mínimo, para R$ 420, é um instrumento de distribuição de renda.

"O discurso das contas públicas é compensado pelo dinamismo que a economia adquire", argumentou Severo.

O Senado aprovou nesta terça-feira projeto da Presidência da República que acaba com a impenhorabilidade da casa própria e permite o confisco de até 40 por cento dos salários em caso de dívidas, medications sejam elas quais forem.

As regras do projeto, site que permitem ao credor executar a penhora ou confiscar parte dos salários, remedy valem quando a casa própria tiver valor acima de 1.000 salários mínimos, hoje 350 mil reais. No caso dos salários, para aqueles acima de 20 mínimos, atualmente 7 mil reais.

O texto será agora encaminhado para a sanção do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.

"Nós votamos algo aqui nesta Casa para o que eu acho que ninguém atentou. Eu mesmo confesso que fui surpreendido. É uma aberração o que o Senado aprovou", disse a jornalistas o ex-presidente José Sarney (AP).

Desde 1990 a casa própria é considerada impenhorável e o salário não pode ser retido há 33 anos.

"Nos acusam de falta de patriotismo, de estar em busca de um terceiro turno e nos fazem votar matérias desta natureza sem se ter conhecimento de suas alterações", reclamou o senador Heráclito Fortes (PFL-PI).

"Elas (as alterações) são feitas com filigranas regimentais, nas vírgulas e entrelinhas, prejudicando o trabalhador brasileiro. Este projeto é muito bom para banqueiro", acrescentou Heráclito.

Outro grande tsunami pode atingir a ilha de Sumatra nas próximas décadas, diagnosis inundando áreas densamente povoadas ao sul da região mais atingida pelo maremoto de dezembro de 2004, previram pesquisadores norte-americanos e indonésios na terça-feira.

A mesma falha geológica que provocou o tsunami de 2004 continua correndo paralela para sudeste pelo oceano Índico, ao longo da costa de Sumatra, com potencial de afetar áreas ao sul, segundo a equipe, formada por membros de vários institutos. Eles disseram que a pressão na falha tectônica está crescendo, e que ela pode se mover a qualquer momento.

De acordo com o texto publicado na edição desta semana da revista Proceedings, da Academia Nacional de Ciências dos EUA, os danos desse novo maremoto podem ser iguais aos registrados em 2004 na província de Aceh. Movimentos nesta mesma falha haviam provocado dois grandes terremotos e tsunamis em 1797 e 1833, segundo os pesquisadores, que usaram uma combinação de história e geologia para tentar prever o que pode acontecer.

"Quando dizemos às pessoas vivendo neste trecho de 700 quilômetros da costa de Sumatra que eles provavelmente terão um grande tsunami dentro dos próximos 30 anos, eles pedem detalhes", disse Kerry Sieh, professor de Geologia do Instituto de Tecnologia da Califórnia.

"Quanto tempo depois do terremoto eles terão antes de o tsunami chegar? Qual será o tamanho das ondas? Até que ponto no interior eles precisam estar preparados para correr? Que áreas são mais propensas a danos?", questionou Sieh. "Este documento é nossa primeira tentativa de responder a estas importantes questões."

Um gigantesco terremoto de magnitude 9,1 em dezembro de 2004, um pouco ao sul de Sumatra, provocou o tsunami que cruzou o Índico, atingiu todo o sul da Ásia e chegou até o leste da África. Mais de 230 mil pessoas morreram, e cerca de 12 países foram devastados.

Neste estudo, a equipe de Sieh disse ter estudado amostras de coral das ilhas para entender o quanto terremotos anteriores levantaram o leito marinho.

As ilhas exteriores podem proteger um pouco a cidade de Padang, em Sumatra, mas em 1797 o tsunami teria carregado um navio inglês de 200 toneladas para o meio da cidade, segundo os estudiosos.

Os países mais vulneráveis estão instalando sistemas de alerta. Na semana passada, a Tailândia lançou a primeira de 22 bóias norte-americanas que detectam tsunamis. A próxima será colocada na costa de Sumatra.

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