“Dei instruções a um contingente para que parta ao Haiti para ajudar as pessoas que foram afetadas por esse grande desastre natural”, disse o presidente indonésio, Susilo Bambang Yudhoyono.
A equipe humanitária sairá amanhã e será formada por especialistas da Agência Nacional de Gestão de Desastres, o organismo encarregado de lidar com as frequentes catástrofes humanitárias na Indonésia.
Apesar de que ainda não há números oficiais, as autoridades haitianas preveem centenas de milhares de mortos e o secretário-geral das Nações Unidas, Ban Ki-moon, estimou que o tremor afetou cerca de 3 milhões de pessoas, um terço da população.
O terremoto de 7 graus na escala Richter aconteceu às 19h53 de Brasília da terça-feira e teve epicentro a 15 quilômetros de Porto Príncipe, a capital do Haiti. O primeiro-ministro do país, Jean Max Bellerive, cifrou o número de mortos em “centenas de milhares”.
O Exército brasileiro confirmou que pelo menos 14 militares do país que participam da Missão de Estabilização das Nações Unidas no Haiti (Minustah) morreram em consequência do terremoto.
A brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, ligada à Igreja Católica, também morreu no tremor.