Esse índice, que oferece uma visão do comportamento da economia nos próximos seis meses, ficou em 103,8 pontos no mês passado, após crescer 1% em setembro e 0,4% em agosto.
Com o último aumento, já são sete meses de avanços consecutivos nesse indicador, segundo os cálculos do Conference Board.
O economista Ataman Ozyildrim, do Conference Board, ressaltou em comunicado que a evolução do índice de tendência futura “sugere que a recuperação se estende e a atividade econômica deve continuar melhorando no curto prazo”.
O subíndice relativo à situação atual da economia não registrou variação em outubro frente ao mês anterior e se mantém em 99,8 pontos, após retroceder 0,1% em setembro e subir na mesma percentagem em agosto.
O subíndice que mede a variação de dados econômicos que mudam depois de outros, como ocorre no caso do emprego, caiu 0,2% em outubro e ficou em 108,9 pontos, depois de registrar quedas de 0,5% em setembro e 0,4% em agosto.
Ken Goldstein, economista do Conference Board, manifestou que é possível prever um avanço lento durante a primeira metade do ano que vem.
“O ritmo de crescimento, no entanto, dependerá de forma notável de quanto aumenta a demanda e com que rapidez”, acrescentou o especialista.