Ainda de acordo com a publicação, das 241,02 milhões de linhas registradas até o fim de agosto, 201,29 milhões são de celulares ou correspondem a contratações de serviços de tecnologia GSM ou CDMA.
O desenvolvimento na Índia do setor de telefonia, sobretudo a móvel, fica claro quando estes dados são comparados com os de maio de 2006, quando existiam apenas 100 milhões de linhas telefônicas.
Os números revelam ainda uma nova queda na telefonia fixa, que perdeu 160 mil consumidores ao longo do mês de agosto, enquanto as linhas não fixas ganharam 8,31 milhões de assinantes no mesmo período.
Em virtude do aumento do número de linhas, também cresceu a teledensidade (usuários de linhas telefônicas por cada cem habitantes): no final de agosto, ela chegou a 21,2%, contra 20,5% no mês anterior e 14,1% em julho de 2006.
O objetivo do Governo era ultrapassar os 200 milhões de assinantes de telefonia móvel até o fim do ano, mas a tendência refletida nos dados recém-divulgados indica que a marca será superada bem antes.
Segundo a agência reguladora, Nova Délhi tem 13,74 milhões de usuários de telefonia móvel, o que faz a teledensidade neste segmento ser de 83%. Já a cidade portuária de Mumbai (antiga Bombay) tem 11,12 milhões de celulares e uma teledensidade de 67%.
Outra meta do Governo é levar a telefonia aos lugares mais remotos do país. Com o programa “Village Public Telephone”, as autoridades farão com que todas as localidades com mais de cem habitantes tenham acesso a serviços de telecomunicações.