Em comunicado, o Ministério de Assuntos Exteriores indiano lembrou que o país “está comprometido a resolver todos os assuntos importantes com o Paquistão através de um diálogo pacífico bilateral em consonância com o Acordo de Shimla”, de 1972.
O ministério destacou que “um diálogo significativo com o Paquistão pode se desenvolver apenas em uma atmosfera livre de terror” e assegurou que, neste processo, “o papel de um terceiro país não pode ser imaginado nem é necessário”.
Em comunicado conjunto por ocasião da visita de Obama a Pequim, EUA e China deram as boas-vindas a “todos os esforços que conduzam à paz, à estabilidade e ao desenvolvimento no sul da Ásia”.
Segundo o texto, divulgado no site da Casa Branca, ambas as partes “apoiam a melhora e o crescimento das relações entre Índia e Paquistão”.
“As duas partes estão preparadas para fortalecer a comunicação, o diálogo e a cooperação em assuntos relacionados com o sul da Ásia e para trabalharem juntas e promoverem a paz, a estabilidade e o desenvolvimento na região”, continua a declaração.
Índia e Paquistão realizavam rodadas de diálogo formais sobre terrorismo, disputas territoriais e economia antes do atentado de Mumbai no final de novembro de 2008, que Nova Délhi atribuiu a um grupo islamita com base no país vizinho.