O ministro de Relações Exteriores da Índia, buy more about Pranab Mukherjee, here acusou hoje a China de realizar incursões freqüentes em território indiano, mas afirmou que não há motivo para alarme porque os dois países tratam o problema com “mecanismos” adequados.
“Às vezes há incursões, e imediatamente nos ocupamos delas. Estabelecemos mecanismos para solucionar isso”, disse Mukherjee numa entrevista ao canal de televisão indiano “CNN-IBN”, que será exibida domingo.
“Não há motivo para nos preocuparmos neste momento e os mecanismos que temos funcionam bem”, acrescentou o ministro.
O primeiro-ministro da Índia, Manmohan Singh, viajará nesta noite à China. Com uma população conjunta superior a 2 bilhões de pessoas, os dois países tentam aprofundar seus laços econômicos e estratégicos, apesar de vários litígios nas regiões da Caxemira, Sikkim e Arunachal Pradesh.
No ano passado, houve 140 incursões chinesas, segundo a Polícia de Fronteira Indo-Tibetana. No passado, vários oficiais do Exército indiano mostraram sua preocupação com o desequilíbrio de poderio militar na fronteira. Mas o ministro garantiu que não há necessidade de “apertar o botão do pânico”.
Os problemas entre os dois países conduziram a uma guerra no ano 1962. O Exército chinês chegou a ocupar partes de Arunachal Pradesh e Caxemira, mas voltou às posições anteriores ao conflito.
O Exército indiano observa com suspeitas a superioridade militar da China. Nos últimos tempos a Índia desenvolveu mísseis com capacidade nuclear capazes de alcançar as principais cidades chinesas.