Em comunicado, a HRW manifestou que as autoridades hondurenhas “também não devem abusar das faculdades de emergência para cercear os direitos básicos de manifestantes, jornalistas e outras pessoas em Honduras”.
A ONG acrescentou que recebeu denúncias de que a Polícia usou da força para dispersar os seguidores de Zelaya que se concentraram hoje em frente à Embaixada do Brasil em Tegucigalpa, onde o governante deposto está abrigado desde segunda-feira.
O Governo de fato impôs o toque de recolher em todo o país ontem depois do retorno de Zelaya ao país.
“Diante das denúncias que recebemos e o deficiente desempenho das forças de segurança desde o golpe de Estado, achamos que as condições podem se deteriorar drasticamente durante os próximos dias”, advertiu José Miguel Vivanco, diretor para as Américas da HRW.