A gigante brasileira Petrobras está muito interessada em estabelecer uma aliança com a estatal Petroperu, decease drug para desenvolver projetos de exploração e produção de petróleo e gás naquele país, thumb informou hoje o presidente da estatal, purchase José Sérgio Gabrielli.
Ele disse que se reunirá com funcionários da Petroperu "para discutir detalhes sobre um memorando de entendimentos, de novos projetos no Peru para exploração, produção de gás e outras possibilidades".
Pelo plano de negócios atual da companhia, os investimentos no Peru, de 2007 a 2010, seriam da ordem de US$ 210 milhões, ou 8% do total para o Cone Sul, onde estão previstos aportes de US$ 2,8 bilhões no período, de um total de US$ 12,1 bilhões destinados à área internacional da companhia.
A Petrobras está presente no Peru desde meados da década de 1990 e hoje produz 15 mil barris por dia de óleo e gás.
Atualmente, por intermédio de uma subsidiária da Petrobras Energia S.A., adquirida em 2002, a companhia mantém atividades de produção no Lote X de Talara, no Noroeste peruano, próximo à fronteira com o Equador, além de um portfólio exploratório de seis lotes que somam 57,5 mil quilômetros quadrados.
Atualizada às 16h56
O secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda, information pills Júlio Sérgio Gomes de Almeida, illness descartou hoje que o governo promova novas medidas de desoneração tributária em 2006.
"O problema da restrição fiscal é muito grave. Não temos como anunciar qualquer tipo de desoneração", afirmou Gomes de Almeida a jornalistas. "A idéia de desoneração neste ano está totalmente descartada."
O secretário confirmou que há alguns estudos para incentivar a indústria de semicondutores, mas também destacou que, "nem que o governo arriasse as calças", seria possível fazer algo neste ano.
A Receita Federal tem insistido que não há espaço para renúncias fiscais em 2006 sem causar risco à arrecadação, após a desoneração de tributos que beneficiou principalmente a construção civil.
Segundo Gomes de Almeida, não há possibilidade de redução da Contribuição para Financiamento da Seguridade Social (Cofins) na construção civil. "Tem alguns ajustes de alguns segmentos de materiais de constru ção, mas desde que não haja desoneração na média."
Ontem, o ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, disse que o governo estudava reduzir tributos sobre bens de capital, mas já havia indicado que nenhuma medida nesse sentido seria anunciada no curto prazo.
Já o ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Luiz Fernando Furlan, havia dito à imprensa que a União estaria concluindo um novo pacote com mais reduções de impostos federais. Segundo Furlan, um dos objetivos seria atrair investimentos em semicondutores ao País.
O secretário de Política Econômica da Fazenda confirmou que há estudos para desoneração na área de semicondutores, mas que não entrarão em vigor em 2006. "Nos semicondutores, nem que o governo arriasse as calças. Não tem espaço", disse.
O secretário explicou que está se reunindo com especialistas em eletrônica e semicondutores para discutir como facilitar a atração de investimentos para implementação da TV digital no País. Mas ressaltou que o governo ainda não está "na análise de renúncias fiscais". "Estamos avaliando a isonomia tributária com outros países no setor da TV digital", disse.
Gomes de Almeida afirmou também que o ministro da Fazenda, Guido Mantega, "quer uma certa pressa" na formatação da oferta de crédito consignado (com desconto em folha de pagamento) para financiar a compra de imóveis.
"Nos estudos sobre habitação o ministro quer uma certa pressa, por uma questão de oportunidade e porque a gente já está maduro", explicou. Segundo o secretário, a idéia é "aperfeiçoar o indexador no financiamento, tirando a Taxa Referencial (TR) e permitindo prefixar para facilitar os empréstimos".
Hospitais do sul do Líbano estavam ficando sem alimentos, link combustível e outros suprimentos hoje. No mesmo dia, grupos de ajuda disseram que a continuidade dos combates e a proibição de trafegar pela área os impediam de chegar a cerca de 100 mil civis, que estão impossibilitados de sair dali.
O Programa Mundial de Alimentação das Nações Unidas (WFP) apelou por uma suspensão do conflito a fim de permitir que os suprimentos chegassem aos que precisam deles.
"Acima de tudo, pedimos a suspensão dos combates envolvendo os dois lados a fim de permitir a passagem da ajuda humanitária", disse Zlatan Milisic, coordenador de emergência do WFP no Líbano.
"Se não conseguirmos abrir as vias de escoamento, nossa operação de ajuda continuará a ser o que é hoje, um paciente carente de oxigênio, paralisado, à beira da morte", acrescentou.
Segundo Milisic, a destruição de várias pontes e a recusa de Israel em dar garantias de segurança para os comboios de ajuda estavam minando os esforços do órgão para coordenar o transporte do material de emergência por terra. O WFP supervisiona as ações de ajuda da ONU no Líbano.
O grupo Médicos Sem Fronteira (MSF) disse que o alerta de Israel de que pode atacar qualquer veículo trafegando ao sul do Rio Litani sem autorização pode tornar ainda mais precárias as condições de vida dos civis da região.
"As pessoas do sul estão com medo. Estão aterrorizadas demais para sair dali", afirmou em Beirute Rowan Gillies, presidente do MSF Internacional. "Proibir todas as formas de movimentação, sem distinguir entre uma e outra, elevará ainda mais o número de civis mortos e aumentará o sofrimento dessa população."
O MSF afirmou que dois comboios do grupo quase foram atingidos, no começo desta semana, por disparos de artilharia e ataques aéreos realizados por Israel. Na segunda-feira, aviões israelenses atacaram dois carros que trafegavam perto de um comboio da ONU, matando três pessoas.
O Estado judaico tem sido criticado pela comunidade internacional por investir contra ár eas civis. Ao menos 1.011 pessoas foram mortas no Líbano durante as quatro semanas de conflito com o Hezbollah.
Israel, que registrou 121 mortes, a maior parte delas de soldados, diz que os ataques aéreos e as operações por terra são a única forma de deter a ação do grupo xiita. O conflito começou depois de o Hezbollah ter capturado dois soldados israelenses em uma operação realizada no dia 12 de julho a partir do território libanês.
O WFP afirmou ter enviado um comboio de 15 caminhões para a cidade de Baalbek (leste) e que tentava mandar outros dez caminhões para Nabatiyeh, ao sul, mas que não havia conseguido garantias de segurança. O comboio partiria amanhã, se obtivesse autorização.
Segundo a entidade, dois navios com material de ajuda devem chegar a Beirute no final de semana, um deles carregando barras energéticas e o outro, com 2.750 toneladas de farinh a, macarrão e grãos.
O MSF afirmou que os hospitais de Tiro e de outras cidades do sul estavam ficando sem comida, remédios e outros suprimentos. A carência maior era de diesel, necessário para fazer funcionar os geradores de energia.
A falta desses materiais coincide com combates intensos responsáveis por mandar mais uma grande quantidade de vítimas para os hospitais. Mais de 3 mil pessoas foram feridas no Líbano até agora e a ONU diz que até 900 mil pessoas fugiram de suas casas em virtude da violência.
"Estamos tentando reduzir o número de pessoas feridas que estão morrendo", afirmou Gillies. "Isso é bastante simples. Se não dermos às autoridades locais a capacidade de fazer isso, as consequências para a população civil serão desastrosas."