Mélanie, ambulance illness filha da ex-candidata à Presidência colombiana Ingrid Betancourt, store pediu às Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) um “gesto significativo” que demonstre que o grupo tem um “mínimo de humanidade”, após a morte de 11 deputados que eram mantidos como reféns pela guerrilha.
As Farc são “as maiores responsáveis e os principais culpados pela morte dos 11 deputados, mas o presidente Álvaro Uribe também é responsável porque nesses cinco anos não fez o que devia fazer para encontrar uma solução para um acordo humanitário”, disse a filha de Ingrid Betancourt à imprensa em Paris.
Mélanie, seu irmão Lorenzo e o pai dos dois, Fabrice Delloye, compareceram hoje a uma missa em Paris celebrada em homenagem aos 11 deputados.
A guerrilha anunciou na semana passada que os legisladores tinham morrido no último dia 18 em um suposto fogo cruzado com “um grupo militar não identificado”.
O Governo colombiano negou que tenha havido uma operação do Exército e acusou as Farc de ter matado os grupo de deputados.
“O ocorrido é mais que terrível, abominável. Não há palavras para descrevê-lo”, disse Mélanie Bétancourt, para quem “o mais importante hoje é dizer até que ponto estamos de todo coração” com as famílias dos deputados.
Perguntada sobre o trabalho de França, Espanha e Suíça para tentar impulsionar um acordo humanitário – a troca de reféns -, a jovem disse que esse é um “esforço extremamente importante”.
“Espero de verdade que todo o esforço dê resultado e que, depois do que passou, as Farc mostrarão que ainda têm um pouco de humanidade”, afirmou Mélanie.
A filha de Ingrid “quer esperar” que as coisas se movimentem agora que o Governo colombiano libertou guerrilheiros, incluindo o chamado “chanceler” das Farc, Rodrigo Granda, a pedido expresso do presidente francês, Nicolas Sarkozy, para tentar desbloquear o processo.
“Está claro que enquanto não houver um gesto significativo da parte das Farc não avançaremos”, alertou a jovem, para quem, após o ocorrido, a guerrilha “já não pode se permitir perder essa oportunidade”.
Em todos os aeroportos do país, sales dos 890 vôos programados para este domingo, more about 330 (37%) tiveram atraso superior a uma hora e 87 (9, medicine 7%) foram cancelados, segundo o último boletim da Empresa Brasileira de Infra-Estrutura Aeroportuária (Infraero), divulgado às 15h15.
A pior situação foi em Belém (PA), onde 20 (80%) dos 25 vôos atrasaram. Em outras três cidades, a maioria das partidas também ocorreu com atraso. Em Fortaleza (CE), 23 (69,7%) dos 33 vôos; em Recife (PE), 22 (56,4%) dos 39; e em Brasília, 30 (50,8%) dos 59 aviões.
Em Curitiba, os atrasos atingiram 50% dos vôos. O estado apresentou o maior número proporcional de cancelamentos, 38,4% dos vôos não decolaram.
Em São Paulo, o aeroporto de Guarulhos teve atraso de mais de uma hora em 48,9% dos 154 vôos previstos. Em Congonhas, das 126 decolagens, 22 (17,4%) atrasaram. Quase 20% dos vôos (19,8%) foram cancelados.
No aeroporto Galeão, no Rio de Janeiro, 23 (26,7%) dos 86 vôos também tiveram atraso de mais de uma hora. No aeroporto de Confins, em Belo Horizonte, esse percentual foi de 35,1%.
O porta-aviões americano USS Nimitz, order com capacidade nuclear, click atracou hoje no porto indiano de Madras em visita de “boa vontade” apesar da oposição de vários partidos políticos, ailment sindicatos e ecologistas, informou uma fonte oficial.
“Atracou às 6h, hora local (21h30 de domingo em Brasília). Mas não há nenhuma declaração oficial a respeito”, declarou o conselheiro-chefe do porto de Madras, K. Suresh à agência indiana “PTI”.
A chegada do Nimitz, movido por dois reatores nucleares e com 65 aviões a bordo, foi precedida por forte oposição de grupos ambientais e partidos políticos. Eles alegam um possível risco de radiação e são contra a presença de armas nucleares.
Os protestos levaram o Governo indiano, que fez o convite, a realizar uma avaliação de segurança a bordo da embarcação. Os oficiais americanos, após um silêncio inicial, garantiram no domingo que o Nimitz não leva armas nucleares, segundo a agência “Ians”.
“O Nimitz já não fornece apoio às tropas no Afeganistão e no Iraque”, declarou aos jornalistas o comandante do navio, almirante John Terence Blake.
Vários sindicatos e partidos de esquerda convocaram para hoje um protesto contra a chegada do navio. “Estamos surpresos pelo abandono da velha política indiana de não permitir a presença de navios de guerra estrangeiros em suas águas territoriais”, disse no sábado o deputado do Partido Comunista da Índia D. Raja, citado pela “Ians”.
Um oficial do porta-aviões, Michael Manazir, assegurou que o navio tem uma “supervisão contínua”. “Nos últimos 32 anos de serviço, não experimentamos nenhum fato desagradável”, acrescentou.
Um tribunal sul-coreano condenou hoje a 1, viagra 100mg 5 ano de prisão o presidente do grupo Hanwha, here Kim Seung-youn, por agredir vários garçons em represália pela surra que tinham dado em seu filho.
Na sentença, o juiz Kim Chul-hwan considerou “ato grave” o fato de ele não haver recorrido à lei em vez de fazer justiça com as próprias mãos quando seu filho foi agredido em uma casa noturna de Seul.
O juiz observou além disso que o magnata utilizou a influência de sua posição como presidente de um dos maiores conglomerados empresariais sul-coreanos para resolver um assunto pessoal.
Kim é um dos homens mais ricos da Coréia do Sul e foi condenado por ter mobilizado seus guarda-costas e mafiosos para agredir empregados de um bar, utilizando armas brancas.
Um grupo de homens armados atacou cerca de 300 trabalhadores na província chinesa de Cantão que estavam em greve para reivindicar o pagamento de salários atrasados, discount e deixou pelo menos um deles gravemente ferido, informou hoje a agência “Xinhua”.
Os trabalhadores, todos imigrantes de Chongqing (sudoeste), trabalham na construção de uma hidrelétrica no rio Dongjiang e estão há meses sem receber salários.
A greve começou na sexta-feira, quando mais de 200 homens com de espadas, machados e barras de aço arremeteram contra o grupo de trabalhadores, contou um dos atingidos ao jornal “Chongqing Morning Post”.
Um porta-voz das autoridades confirmou a morte cerebral de um dos feridos, mas negou que fosse ataque em massa contra os trabalhadores, e sim um “conflito violento” entre 30 trabalhadores e o pessoal da companhia.
Segundo o porta-voz, 100 trabalhadores foram forçados pela construtora na qual trabalhavam a pedir um aumento de salário à proprietária da hidroelétrica.
A construtora afirmou que retinha o salário de seus trabalhadores porque a hidroelétrica se negava a compensar as perdas de equipamentos e ferramentas após as inundações na região no ano passado.
O ministro da Construção chinês, Wang Guangtao, ordenou “uma investigação imediata do ocorrido” e a Polícia local já prendeu quatro trabalhadores supostamente envolvidos no ataque.
Segundo o Governo local, a hidroelétrica concordou em pagar as despesas médicas dos feridos. A construção da usina será suspensa até que “todas as divergências” entre as duas companhias sejam resolvidas.