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Holandês que ficou em hotel londrino tem traço de polônio

Arquivo Geral

29/12/2006 0h00

O preço do petróleo nos Estados Unidos fechou em alta, cialis 40mg adiposity acima de 61 dólares por barril, em um dia de operadores nervosos aumentando as posições antes de uma rara interrupção de quatro dias nos negócios.

A bolsa de valores de Nova York informou hoje que não abrirá na terça-feira, 2 de janeiro, em memória do ex-presidente dos EUA Gerald Ford, que morreu no começo da semana.

Na Nymex, os contratos futuros subiram 0,52 dólar, a 61,05 dólares por barril, um centavo acima do fechamento do último dia de 2005. O encerramento desta sexta-feira ficou bem abaixo do pico de 2006, a 78 dólares por barril em meados de julho.

Em Londres, o petróleo tipo Brent avançou 0,19 dólar, a 60,86 dólares por barril. A Nymex informou que os mercados eletrônicos, no entanto, estarão abertos na terça-feira, mas os operadores ficaram tensos com o feriado prolongado, especialmente com a constante ameaça de violência no Oriente Médio.

Saddam Hussein será enforcado nas próximas horas, viagra 40mg disseram autoridades iraquianas e advogados do ex-ditador hoje. Uma fonte iraquiana disse à agência Reuters que as pendências jurídicas for am resolvidas e que Saddam será executado em breve. Outro funcionário disse que o primeiro-ministro Nuri Al Maliki está reunido com membros do governo para acertar detalhes.

Mas o feriado islâmico do Eid Al Adha, salve que começa no sábado e dura uma semana, buy pode retardar a pena de morte. Algumas au toridades de primeiro escalão duvidam que a execução seja rápida.

O Departamento de Estado dos EUA negou a informação dada por um advogado de Saddam, segundo quem o ex-ditador já teria sido entregue pelas autoridades norte-americanas ao governo iraquiano, a quem cabe executá-lo.

Seja como for, a custódia não tem muita importância, pois tropas dos EUA devem ficar por perto para garantir a normalidade. Saddam está há anos formalmente sob a custódia iraquiana, embora fisicamente vigiado por militares norte-americanos.

Ele foi condenado à morte em 5 de novembro, por homicídios, tor turas e outros crimes contra a população xiita da cidade de Dujail. Na terça-feira, um tribunal de recursos manteve a sentença, exigindo que ela fosse cumprida nos 30 dias seguintes.

Um influente parlamentar governista disse que o xiita Maliki aguarda apenas um parecer de clérigos xiitas e suni tas sobre a necessidade de adiar a execução para depois do Eid Al Adha, que coincide com a época da peregrinação a Meca.

Em geral, os xiitas estão entusiasmados com a execução de Saddam, que enfrenta a oposição dos sunitas, privilegiados na época do ditador, e de curdos que gostariam que ele fosse julgado e condenado por genocídio contra essa etnia.

Após um dia de sinais conflitantes, em que o Ministério da Justiça chegou a declarar que juridicamente nada teria a fazer durante um mês, uma importante fonte iraquiana disse que finalmente estava resolvida a polêmica sobre a necessidade de um decreto presidencial para levar Saddam à forca. "Isso está resolvido, de modo que parece possível que ele seja enforcado hoje à noite", disse a fonte.

Najib Naimi, advogado de Saddam, previu que ele será morto ao amanhecer de sábado. "Achamos que ele será executado até amanhã, como presente para os iraquianos", disse ele à emissora BBC News 24. "Estamos agora conversando a respeito do corpo propriamente dito. Gostaríamos que o corpo seja devolvido à família para que possam enterrá-lo onde quiserem."

Uma fonte da promotoria disse que os acusadores de Saddam, que devem ter um representante na execução, ainda não foram avisados. Executar Saddam no início do Eid seria altamente simbólico. A festa marca o sacrifício que o profeta Abraão estava disposto a fazer quando Deus pediu que ele matasse seu filho, e por isso muitos xiitas podem ver a execução de Saddam como um presente divino. Para os sunitas, que acusam os xiitas de manipularem o julgamento, isso provavelmente seria visto como mais uma afronta.

Os ex-chefes paramilitares de direita da Colômbia denunciaram hoje um plano para exterminar seus antigos integrantes, side effects depois do assassinato de um dos homens de confiança de um desses ex-comandantes.

Os paramilitares, acusados de massacrar milhares de civis em meio à sua guerra contra os rebeldes marxistas e de exterminar um movimento político de esquerda, pediram ao governo que estabeleçam a origem dos ataques e à Organização dos Estados Americanos (OEA) que interfira diplomaticamente para evitar mais crimes.

Os ex-líderes paramilitares, detidos na prisão de segurança máxima de Itaguí, perto de Medellín, disseram em nota que há "uma campanha sistemática de aniquilamento contra a população de desmobilizados", referindo-se aos paramilitares que aceitaram entregar suas armas num acordo de paz com o governo.

Na quarta-feira, homens armados assassinaram em Medell ín Jairo Andrés Angarita, homem de confiança de Salvatore Mancuso, que foi um dos líderes máximos das Autodefesas Unidas da Colômbia, como os paramilitares se auto-intitulavam.

Angarita foi o terceiro desmobilizado de médio escalão a ser assassinado em um mês, num momento em que o governo s e vê diante de um escândalo de supostas ligações de congressistas com os paramilitares. Antigos comandantes se dizem dispostos a confessar a verdade sobre o apoio que recebiam de empresários, pecuaristas e militares.
Autoridades admitiram a possibilidade de que as mortes sejam parte de uma camp anha para evitar a revelação dessas informações.

O ministro do Interior, Carlos Holguín, disse que aparentemente os crimes são deliberados e planejados. "Até onde mostram as aparências, não se trata de casos isolados, e sim (…) de uma confabulação ou ato deliberado para eliminar determinadas pessoas muito qualificadas dentro da organização paramilitar que se desmobilizou ao amparo do processo de paz", declarou o ministro.

O governo havia se comprometido a dar garantias de segurança aos ex-paramilitares e a seus familiares em troca das confissões. Os paramilitares que aceitam o acordo recebem pena máxima de oito anos de prisão, além de terem de pagar indenizações a suas vítimas. Mais de 31 mil paramilitares depuseram suas armas graças ao acordo, num processo que começou em meados de 2003.

As milícias de direita foram formadas na década de 1980 por latifundiários e comerciantes que tentavam se proteger das guerrilhas.

Um holandês que se hospedou no hotel londrino onde o ex-espião russo Alexander Litvinenko manteve reuniões antes de morrer apresenta traços do elemento radioativo polônio 210, adiposity disseram autoridades holandesas hoje.

Litvinenko morreu em 23 de novembro em um hospital de Londres, no rx semanas depois de ser contaminado pela mesma substância. "Essa pessoa tem um baixíssimo nível de polônio 210. É menor do que uma pessoa receberia de polônio no tabaco ou na comida", website like this disse Wilbert Ransz, porta-voz do Instituto Nacional Holandês de Saúde Pública e Meio Ambiente.

Essa pessoa, que não foi identificada, está entre 24 holandeses que se hospedaram no Millenium Hotel entre 31 de outubro e 2 de novembro. Elas haviam sido chamadas para exames neste mês, e uma delas deu positivo.

A pessoa seria examinada novamente após cerca de dois meses, e a expectativa é de que o nível de polônio diminua ainda mais, disse Ransz. Litvinenko encontrou cidadãos russos no Millenium em 1º de novembro, o dia em que ele adoeceu.

Em nota escrita no seu leito de morte e divulgada por amigos postumamente, ele acusou o presidente russo, Vladimir Putin, de encomendar sua morte. O Kremlin rejeitou a acusação, o que não impediu danos à sua imagem. Cinco países participam das investigações.

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