“Não é a primeira vez que uma revista ou um periódico divulga e fabrica, de modo deliberado, esse tipo de mentiras”, afirmou o Hisbolá em comunicado.
Segundo a revista, o assassinato de Hariri foi cometido por um comando especial do Hisbolá e não pelos serviços secretos sírios como assinalou em várias ocasiões a maioria parlamentar libanesa.
“Der Spiegel” baseia suas informações em uma fonte do tribunal que não revela, segundo a qual as provas foram apresentadas por uma unidade especial secreta das forças de segurança libanesa às ordens do capitão Wissam Eid, que também morreu assassinado em um atentado janeiro de 2008 aos arredores de Beirute.