A secretária de Estado americana, ask Hillary Clinton, view disse hoje, treatment em Santo Domingo, que o Governo do presidente americano, Barack Obama, “está comprometido” a aumentar em 17% os investimentos na América Latina e no Caribe, porque considera “que é o correto e o inteligente”.
Hillary, que fez este anúncio durante discurso em um fórum sobre a 5ª Cúpula das Américas, que começa hoje em Trinidad e Tobago, disse que seu país fará este esforço, apesar das dificuldades econômicas, porque são nestes momentos de crise “que temos que estender uma mão para fora”.
No pronunciamento, a chefe da diplomacia americana enumerou as prioridades da Administração dos Estados Unidos em relação à América Latina, e ressaltou que o país destinará US$ 875 milhões a combater o tráfico de drogas na América Central durante dois anos.
Ela admitiu que os EUA devem trabalhar para reduzir o consumo de droga, que alimenta o fluxo de dinheiro do narcotráfico e armas para o México e aos países da América do Sul, e pediu que as autoridades da América Central trabalhem em projetos dirigidos a reforçar a segurança.
Para alcançar este objetivo, a chefe da diplomacia americana estimulou o presidente dominicano, Leonel Fernández, a coordenar ações com os outros líderes da região centro-americana e caribenha “para construir uma ponte em direção ao futuro e a um amanhã melhor”.
Segundo Hillary, o Governo americano destinará US$ 30 milhões a projetos educacionais na região.
Ela defendeu o desenvolvimento de programas semelhantes ao Bolsa Família e outros implementados em México, Chile, Colômbia e Peru, onde as famílias que enviam os filhos às escolas recebem auxílio econômico.
A secretária de Estado, que ressaltou o interesse do Governo de Barack Obama pelos países da América Latina, que a cada dia têm uma maior interrelação, ressaltou em vários momentos do discurso o valor que a nova Administração americana concede à educação.
Outra das prioridades dos EUA para o continente americano é a segurança alimentar, já que, segundo disse, o hemisfério ocidental produz colheitas abundantes, “mas a fome está à espreita” e afeta severamente o desenvolvimento e o crescimento de milhares de crianças.
Além disso, esse problema acaba afetando o desenvolvimento econômico da região e a estabilidade da mesma, afirmou.