Hillary Clinton, viagra order designada secretária de Estado pelo presidente eleito dos Estados Unidos, remedy Barack Obama, afirmou hoje que tentará melhorar a imagem do país com uma “combinação inteligente” de diplomacia e defesa.
Assim afirma o texto do testemunho aberto à imprensa que apresentará na audiência de confirmação que começou às 9h30 (12h30 de Brasília) no Comitê de Relações Exteriores do Senado, que poderia submeter a nomeação de Hillary à votação ainda na quinta-feira.
Caso receba o esperado sinal verde do citado comitê, Hillary poderia ser confirmada em breve pelo plenário da câmara alta.
A próxima chefe da diplomacia americana – segundo tudo indica – está decidida a criar novas alianças no mundo todo, porque, segundo ela, o país não pode resolver as coisas sozinho, mas “o mundo não pode resolvê-las sem os EUA”.
“Devemos usar o que se denominou como poder inteligente, a ampla gama de ferramentas a nossa disposição. Com um poder inteligente, a diplomacia estará na vanguarda de nossa política externa”, afirma o texto do testemunho de Hillary.
A ainda senadora democrata por Nova York enfrentará, caso seja confirmada no cargo, sérios desafios diplomáticos, como a recente crise na Faixa de Gaza ou as tensões entre Índia e Paquistão.
Assim como Obama, Hillary insistiu em que redobrará os esforços para a estabilização do Afeganistão e pressionará o Paquistão para que elimine os esconderijos que o grupo terrorista Al Qaeda encontrou em território paquistanês.
Os dois apóiam também o fechamento da prisão de Guantánamo, em Cuba, e a expansão do Exército e da Marinha.
Além disso, ambos compartilham a opinião de que o Governo do atual presidente americano, George W. Bush, diminuiu o valor da diplomacia internacional.
O texto de seu testemunho parece incluir uma crítica ao Governo Bush, a quem ela culpou de se concentrar demais na ideologia.
“A política externa deve ser baseada em um casamento de princípios e pragmatismo, não em uma rígida ideologia”, afirmou Hillary, que solicitará também hoje um maior orçamento para o Departamento de Estado e a Agência para o Desenvolvimento Internacional americano.