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Mundo

Hillary Clinton chega ao Haiti

Arquivo Geral

16/01/2010 0h00

A secretária de Estado americana, Hillary Clinton, chegou ao Haiti às 15h locais (18h de Brasília) deste sábado, na primeira visita de um integrante do alto escalão dos Estados Unidos ao país após o terremoto de terça-feira.

Hillary veio para o Haiti a bordo de um avião que transportava ajuda humanitária. Ela deve supervisionar no terreno os esforços americanos para ajudar o povo haitiano.

A secretária de Estado está acompanhada pelo diretor da Agência Americana para o Desenvolvimento Internacional (USAID, na sigla em inglês), Rajiv Shah.

Ao anunciar a viagem em entrevista coletiva na sexta-feira, Hillary descreveu “a luta contra o tempo” para socorrer os desabrigados.

A secretária de Estado americana deve se reunir com o presidente haitiano, René Préval, e com equipes de socorro, além de visitar a região afetada pelo terremoto.

Hillary aproveitará a curta visita para demonstrar ao povo haitiano o “apoio incondicional no longo prazo” do Governo dos EUA para ajudar na reconstrução do país mais pobre da América.

A chefe da diplomacia americana deve retornar para Washington levando alguns cidadãos dos EUA que estão no Haiti.

O terremoto de 7 graus na escala Richter aconteceu às 19h53 de Brasília da terça-feira e teve epicentro a 15 quilômetros de Porto Príncipe, a capital do país. A Cruz Vermelha do Haiti estima que o número de mortos ficará entre 45 mil e 50 mil.

Na quarta-feira, o primeiro-ministro haitiano, Jean Max Bellerive, havia falado de “centenas de milhares” de mortos.

O Exército brasileiro confirmou que pelo menos 14 militares do país que participam da Minustah, a missão de paz da ONU no Haiti, morreram em consequência do terremoto.

A brasileira Zilda Arns, fundadora e coordenadora da Pastoral da Criança, ligada à Igreja Católica, também morreu no tremor.

Diferente dos dados do Exército, o ministro da Defesa, Nelson Jobim, aumentou hoje o número de mortos para 17 – considerando as mortes de Luiz Carlos da Costa, funcionário da ONU, e de outro brasileiro que não identificou -, segundo informações da “Agência Brasil”.

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