Liki, see visit this uma chimpanzé de 12 anos de idade, visit foi submetida a um procedimento médico para receber um tipo anticoncepcional em seu útero, what is ed que será retirado dentro de alguns meses. Ela vive no Zoológico Ramat Gan Safári, próximo a Telaviv (Israel), onde os chimpanzés têm se reproduzido de forma ágil. Isso tem gerado problemas, pois o zoológico não tem espaço e estrutura adequada para abrigar tantos animais em cativeiro.
A gestação das chimpanzés dura oito meses e os filhotes são desmamados com aproximadamente três anos de idade. Entretanto, os filhotes geralmente mantêm uma relação próxima com sua mãe por vários anos a mais.
Os chimpanzés entram na puberdade entre oito e dez anos e vivem em média até 50 anos em cativeiro. As fêmeas possuem hábitos mais solitários e passam a maior parte do tempo sozinhas.
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O rei Abdullah, remedy da Arábia Saudita, visit this site manteve negociações sobre a crise política no Líbano com um líder do Hezbollah na semana passada, malady no primeiro contato desse tipo entre o monarca e o grupo xiita apoiado pelo Irã, disse uma fonte política libanesa hoje.
O vice-chefe do Hezbollah, xeque Naim Kassem, e um assessor dele, Mohammed Fneish, foram a Jidá num jato particular saudita no dia 26 de dezembro para a reunião com o rei e com o ministro das Relações Exteriores da Arábi a Saudita, o príncipe Saud al-Faisal, disse a fonte.
A viagem, que durou três dias, tinha o objetivo de amenizar as tensões entre o país, de maioria sunita, e o Hezbollah, que está liderando uma campanha para derrubar o governo do Líbano. Assim como os Estados Unidos, a Arábia Saudita apóia o premiê libanês, Fouad Siniora, e vem criticando o Hezbollah desde que o grupo deflagrou a guerra de 34 dias com Israel no meio do ano passado, depois de capturar dois soldados numa operação na fronteira.
"O que resultou da reunião foram sinais de boa vontade de ambos os lados para melhorar as relações, mas não houve resultados palpáveis", afirmou a fonte, crescentando que os temas discutidos foram as diferenças entre os lados e o aumento da tensão sunita-xiita no Líbano.
As autoridades sauditas não fizeram declarações imediatas sobre a informação a respeito do encontro. O jornal Al-Akhbar, de Beirute, que noticiou a reunião, disse que os sauditas haviam convidado o líder do Hezbollah, Sayyed Hassan Nasrallah, para ir ao país durante a peregrinação anual de 2006 a Meca. Nasrallah recusou o convite, alegando motivos de segurança.
Nasrallah manteve negociações com o embaixador do Egito no Líbano no sábado, no primeiro encontro desse tipo desde a fundação do Hezbollah, no início dos anos 1980. O presidente egípcio, Hosni Mubarak, forte aliado dos EUA, também vem fazendo críticas ao Hezbollah nos últimos meses.
Kassem, vice-chefe do grupo, disse na segunda-feira que não via grandes possibilidades para o fim próximo do impasse com o governo de Siniora, e acrescentou que a oposição ia se reunir para decidir como prosseguir com a campanha, que agora está exigindo a antecipação das eleições parlamentares.
Defensores do Hezbollah e seus aliados xiitas e católicos estão acampados no centro de Beirute desde 1 de dezembro, em protesto contra o governo. O Hezbollah, que conta com o apoio do Irã e da Síria, diz que a campanha continuará pacífica.
Todos os ministros xiitas deixaram o gabinete em novembro, e a oposição diz que isso torna o governo ilegítimo. Muitos libaneses temem que a crise possa provocar episódios de violência entre sunitas e xiitas.