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Hamas e Jihad Islâmica falam com autoridades do Egito sobre trégua com Israel

Arquivo Geral

22/03/2008 0h00

Representantes dos grupos palestinos Hamas e Jihad Islâmica se reuniram hoje com as autoridades egípcias na cidade de Rafah, side effects na fronteira entre Egito e a Faixa de Gaza, cialis 40mg para discutir um possível cessar-fogo com Israel.

Fontes de segurança de Rafah disseram que o encontro ocorre dentro dos esforços de mediação do Egito para suspender o bloqueio israelense sobre a Faixa de Gaza e reabrir as passagens fronteiriças de Gaza, especialmente a de Rafah, que permanece fechada desde junho do ano passado.

Em declarações à agência oficial “Mena”, um responsável egípcio de alto nível, não identificado, disse que a reunião de hoje no Egito vem completar outros encontros anteriores entre as autoridades de seu país e as facções palestinas.

A representação do Hamas, que controla a Faixa de Gaza desde junho, foi liderada por Jamal Abu Hashem, enquanto a Jihad Islâmica enviou seu dirigente Khaled al-Batsh.

O Hamas quer que Rafah volte a funcionar a partir de um novo acordo que substitua o vigente, no que Israel mantém o poder de permitir a abertura.

A passagem permanece completamente fechada desde que ativistas do grupo islâmico expulsaram à força as forças leais ao presidente da Autoridade Nacional Palestina (ANP) e líder do Fatah, Mahmoud Abbas.

A ANP, incapaz de exercer seu poder em Gaza, exige a reabertura da passagem conforme o acordo que assinou em 2005 com Israel, graças à mediação do Quarteto para o Oriente Médio (Estados Unidos, União Européia, ONU e Rússia).

Para que Rafah volte a operar, de acordo com esse pacto, seria necessário que representantes israelenses, da ANP e observadores da UE pudessem ter acesso a um centro de controle situado no posto militar de Kerem Shalom, para acompanhar por circuito fechado o que ocorre em Rafah.

Embora seja a única passagem de Gaza controlada pela ANP, Israel pode forçar seu fechamento ao impedir o acesso ao terminal dos observadores europeus, que vivem na cidade israelense de Ashkelon, a poucos quilômetros do território palestino.


 

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