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Mundo

Hamas diz que pode fabricar mísseis mais potentes contra Israel

Arquivo Geral

24/11/2007 0h00

O Movimento de Resistência Islâmica Hamas anunciou hoje, approved às vésperas da realização da conferência de paz para o Oriente Médio, cost em Annapolis (Estados Unidos), viagra 60mg que acontece na próxima terça-feira, que pode desenvolver foguetes mais potentes para lançar contra Israel.


Ahmed Youssef, um destacado dirigente do Hamas na Faixa de Gaza disse em comunicado enviado à imprensa que este tipo de projétil poderá conter uma maior carga de explosivos.


“Os foguetes disparados de Gaza para Israel são mensagens de advertência aos israelenses (…) Agora os foguetes não representam uma verdadeira ameaça a Israel, mas num futuro próximo, uma vez que estejam desenvolvidos, representarão grande perigo”, afirmou.


O Hamas qualificou hoje de “oportunidade para um fracasso histórico” a conferência sobre o Oriente Médio patrocinada pelos Estados Unidos e na qual se espera a participação de ministros de países como a Arábia Saudita.


“Esta reunião só produzirá mais fracassos e mais danos à causa palestina e aos direitos de palestinos e árabes”, acrescentou o porta-voz do Hamas, Sami Abu Zurhi.


Em comunicado, Abu Zuhri afirmou que Estados Unidos e Israel “serão os únicos beneficiados pela conferência”.


Também criticou a participação de países árabes no encontro, que tem para missão reavivar o processo de paz entre israelenses e palestinos.


“A participação árabe criou uma terrível comoção no povo palestino porque abre as portas à normalização das relações entre os países árabes e a ocupação israelense”, ressaltou o porta-voz islamita.


Ele esclareceu que as reservas do Hamas com relação à participação dos países do mundo árabe na Annapolis estão motivadas pelas “atuais operações israelenses na Cisjordânia e em Gaza e as contínuas escavações israelenses sob a Mesquita de al-Aqsa de Jerusalém”.


Pela manhã, o primeiro-ministro palestino deposto e líder do Hamas na Faixa de Gaza, Ismail Haniyeh, criticava igualmente a decisão dos países árabes de participar da cúpula.


“Em vez de ir a Annapolis para analisar as concessões e renúncias dos direitos dos palestinos a Jerusalém e o retorno de seus refugiados, deveriam em primeiro lugar sentar-se para falar de como suspender o bloqueio imposto ao povo palestino”, declarou Haniyeh em comunicado enviado à imprensa palestina.

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