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Mundo

Hamas diz que atraso na troca de prisioneiros é culpa de Israel

Arquivo Geral

10/01/2007 0h00

O presidente venezuelano, viagra more about Hugo Chávez, admitiu hoje que cometeu excessos em suas declarações sobre o secretário-geral da Organização dos Estados Americanos (OEA), a quem chamou de "pentelho", mas afirmou não se arrepender de suas palavras.

Chávez, que pediu a renúncia do chefe da OEA, José Miguel Insulza, deu essas declarações em resposta à preocupação dele com a decisão do presidente de não renovar a concessão do canal particular de televisão RCTV, por considerá-lo "antidemocr ático".

Insulza "ofende a Venezuela, e vocês sabem como eu amo este país (…), e o amor (…) me leva às vezes a dizer coisas que não são prudentes, eu reconheço, mas não me arrependo. Estou defendendo a dignidade da Venezuela", disse Chávez durante seu juramento para um novo mandato de seis anos.

O secretário, que se negou a responder aos ataques de Chávez, tinha demonstrado sua preocupação por ser  "pouco comum" o fechamento de um meio de comunicação social, o que "não tem precedentes" nas últimas décadas de democracia no continente sul-americano.

Segundo o governo, a concessão da emissora acaba em maio e não será renovada, enquanto os diretores do canal afirmam que sua licença vence em 2021. O presidente se queixou que o secretário-geral não tentou conversar com ele em particular antes de emitir o comunicado sobre a situação da RCTV, e disse que espera encontrar-se com Insulza em suas viagens nos próximos dias para Nicarágua, Equador e Brasil.

O grupo islâmico Hamas culpou hoje a "intransigência israelense" pelo atraso em um acordo para libertar um soldado israelense capturado em troca de milhares de prisioneiros palestinos. "A mensagem que tem que chegar à família de Gilad Shalit é que Israel tem a responsabilidade pelo prolongamento da prisão dele", medical disse o líder do Hamas, Khaled Meshaal, na capital síria.

O Egito tem mediado uma troca e o presidente Hosni Mubarak disse em uma cúpula com o primeiro-ministro israelense Ehud Olmert na quinta-feira passada que acreditava que um acordo poderia ser alcançado em breve.

"Houve um progresso real e o Egito está fazendo um esforço positivo, mas lamentavelmente as negociações falharam nos últimos dias por causa da intransigência israelense", disse Meshaal.

As Brigadas Izzedine al-Qassam, braço armado do Hamas, e outros grupos palestinos capturaram Shalit em uma incursão em Gaza, em junho. Israel realizou ataques durante meses no território com o objetivo de forçar o Hamas a entregá-lo.

Meshaal, que visitou o Egito no final do ano passado para discutir uma troca de prisioneiros com autoridades egípcias, disse que o Hamas tinha exigido a libertação de mil prisioneiros, assim como de centenas de mulheres e crianças presas.

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