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Hackers pró-Irã dizem ter invadido empresa dos EUA após ataque a escola

Hackers invadiram o sistema e provocaram interrupções na rede global de uma empresa de tecnologia médica, afetando sistemas internos e ferramentas da Microsoft usadas pela companhia

Redação Jornal de Brasília

12/03/2026 18h29

Foto: Reprodução/Agência Brasil

UOL/FOLHAPRESS

Um grupo de hackers ligados ao Irã reivindicou a autoria de ataque cibernético contra uma empresa americana.

O ataque teria ocorrido contra empresa de tecnologia médica Stryker. Segundo a reportagem da rede de TV NBC News, hackers invadiram o sistema e provocaram interrupções na rede global da companhia, afetando sistemas internos e ferramentas da Microsoft usadas pela companhia.

Funcionários não identificados relataram problemas. Eles disseram que computadores e celulares corporativos pararam de funcionar, parte dos sistemas e dados foi apagada e a operação da empresa ficou comprometida temporariamente.

“Não temos indícios de ransomware ou malware e acreditamos que o incidente esteja contido. Nossas equipes estão trabalhando rapidamente para entender o impacto do ataque em nossos sistemas”, disse Stryker, em comunicado enviado à imprensa.

Grupo chamado Handala assumiu a autoria do ataque nas redes sociais e em canais de Telegram. Esse grupo surgiu em 2022 e está associado a interesses iranianos.

Os criminosos dizem ter roubado cerca de 50 terabytes de dados da empresa. Além disso, eles garantem que o ataque foi realizado em retaliação ao assassinato de 175 estudantes em Minab.

“Todos os dados estão nas mãos do povo livre”, disse Handala, em comunicado publicado nas redes sociais.

O ataque cibernético é o primeiro do tipo desde o início da guerra entre EUA e Irã. Segundo o jornal Wall Street Journal, o logotipo do Handala foi exibido em páginas de login de empresas durante a invasão.

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