A definição de estratégias para o combate ao HIV/Aids entre profissionais do sexo na América Latina e no Caribe é o objetivo de um encontro internacional que começa segunda-feira em Lima, viagra visit this site capital peruana.
Segundo a diretora do Programa Nacional de DST/Aids do Ministério da Saúde, medical Mariângela Simão, remedy a primeira Consulta Regional sobre HIV/Aids e Trabalho Sexual vai discutir como enfrentar a vulnerabilidade dos profissionais do sexo latino-ameicanos e caribenhos diante da doença.
"As pessoas que trabalham com sexo são consideradas mais vulneráveis ao HIV pelo próprio estigma a que estão submetidas no seu trabalho, pela violência, por parte da polícia e de clientes e, até mesmo, pela dificuldade de negociar uma prática de sexo seguro". De acordo com Mariângela Simão, o problema não se restringe ao Brasil, ocorrendo também na América Latina, como um todo, e no Caribe.
Ela informou que o Brasil apresentará, durante o encontro, várias propostas que visam reduzir o preconceito contra as pessoas que trabalham com sexo. "O Brasil tem alguns exemplos. Entre eles, está o fato de que, no Brasil, a prostituição não é crime. O profissional do sexo tem direito a recolher INSS e pode se aposentar, inclusive. Esses são exemplos concretos de que a gente conseguiu avançar na conquista de direitos", afirmou Mariângela.
Outras propostas que também serão levadas ao encontro são: maior acesso do paciente ao diagnóstico do vírus e ao tratamento que, no Brasil, segundo ela, atinge 100% das pessoas que desejam ser tratadas.
Mariângela Simão informou que, ao final do encontro, será divulgada a Carta de Lima, com recomendações a governos, entidades da sociedade civil e organizações internacionais sobre "como trabalhar a questão da relação entre o trabalho sexual e o HIV e como tomar medidas para diminuir essa vulnerabilidade que as trabalhadores sexuais têm em relação ao HIV e a outras DSTs".
Organizado pelo Grupo de Cooperação Técnica Horizontal da América Latina e do Caribe em HIV/Aids, o encontro termina quarta-feira. Vão participar da consulta representantes de 16 países latino-americanos e caribenhos e de mais de 70 entidades da sociedade civil e de organismos internacionais.
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