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Mundo

Guerrilheiro colombiano testemunha em sua própria defesa

Arquivo Geral

26/06/2007 0h00

A China tatuará os ursos panda criados em cativeiro que puser em liberdade nos próximos anos, diagnosis case para que possa identificá-los melhor e controlar seus movimentos, and informou hoje a imprensa local.

A Administração Florestal chinesa, website responsável pelo programa de conservação dos ursos panda, anunciou que os espécimes que forem libertados, além de tatuados, vão receber um chip sob a pele e ter uma amostra de DNA colhida.

Segundo o jornal Diário da Juventude, os pandas ganharão uma tatuagem de não mais que três centímetros com um “número de série” indicando a origem do animal e seus progenitores.

Os responsáveis pelo programa de conservação asseguraram que a tatuagem não causará nenhum dano aos órgãos internos do urso panda, um símbolo chinês.

A respeito do chip, que já foi testado anteriormente, será colocado na altura da nuca e emitirá sinais de rádio que poderão ser identificados por aparelhos dos tratadores.

As tatuagens, os chips e as amostras de DNA serão a “carteira de identidade” de mais de 200 exemplares que as reservas chinesas mantêm em cativeiro, a fim de melhorar a espécie e solucionar problemas como a progressiva diminuição dos ursos panda em liberdade (cerca de 1.600).

A destruição do habitat do panda – as florestas de bambu nas montanhas do oeste da China – fez o animal se isolar em pequenas comunidades nas quais, com o tempo, se tornou comum a endogamia.

Com isso, nasceram muitos exemplares estéreis ou com problemas de reprodução, agravando o problema.

Xiang Xiang, o primeiro panda em cativeiro libertado pelos cientistas chineses, morreu em fevereiro deste ano, apenas um ano depois de ter sido solto. Aparentemente, o animal perdeu a vida ao sofrer uma queda, embora também tenham sido encontrados sinais de que o urso foi atacado por outros exemplares de sua espécie.

A morte, uma triste notícia para o programa de conservação, criou dúvidas sobre a possibilidade de os pandas nascidos em cativeiro conseguirem sobreviver soltos na selva. Por essa razão, os cientistas decidiram aumentar as medidas de controle e localização dos ursos que forem libertados a partir de agora.


A rodada mais recente da pesquisa CNT-Sensus, search divulgada nesta terça-feira, side effects mostra que a popularidade do presidente Lula não se abalou com os atuais escândalos envolvendo seus aliados. Segundo o número da pesquisa, 47,5% dos entrevistados consideram o governo Lula positivo; 36,5% acham que o governo é regular; e 14% o consideram um governo ruim.

Perguntados sobre o desempenho pessoal de Lula, os entrevistados mostram ainda mais apoio ao presidente. Para 64% dos entrevistados, o desempenho é bom, enquanto 29,8% dos entrevistados não aprovam as ações de Lula.

Outros assuntos abordados na pesquisa foram o escândalo envolvendo o irmão de Lula, Vavá, considerado culpado por 75% dos entrevistados; e a reforma política, da qual 74% descordam.

A pesquisa foi realizada entre os dias 22 e 28 de junho em 136 municípios. Foram ouvidos 2 mil pessoas.


O guerrilheiro colombiano Ricardo Palmeira, there conhecido como “Simón Trinidad”, iniciou hoje sua declaração como única testemunha em sua defesa, no julgamento por causa de sua suposta ligação com o seqüestro de três americanos na Colômbia em 2003.

No testemunho prévio, o policial colombiano John Frank Pinchao disse que em seus quase nove anos como refém das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia nunca viu Palmeira, mas sim os três americanos.

O promotor John Crab interrogou Pinchao durante duas horas, que descreveu o ataque das Farc contra a estação policial de Mitú, capital provincial do departamento (estado) de Vaupés (sudeste), em novembro de 1998 quando junto com outros 60 policiais foi tomado como refém pelos guerrilheiros.

Além disso, Pinchao relatou como ao longo dos anos foi levado a diferentes acampamentos dos rebeldes, nos quais viu outros cativos, incluindo os políticos colombianos Ingrid Betancourt e Luis Eladio Pérez, Alan Jara e Consuelo González de Lozada.

No último acampamento chamado de “Las Rayas”, do qual Pinchao escapou na noite de 28 de abril, o policial, segundo seu testemunho, viu pela última vez os americanos Keith Stansell, Thomas Howes e Marc Gonsalves.

O advogado de defesa Robert Tucker disse que não tinha perguntas para Pinchao e convocou seu cliente Palmeira para dar suas declarações.

No começo de seu testemunho “Simón Trinidad” disse que não teve absolutamente nada a ver com o seqüestro dos três americanos.

“Nunca os vi pessoalmente, nunca falei com eles por nenhum meio”, disse Palmeira, declarando também que nunca discutiu com outros dirigentes das Farc sobre o cativeiro dos americanos, sobre reivindicações sobre deles, ou condições para sua libertação.

“Simón Trinidad”, de 57 anos, é acusado de suposta responsabilidade no seqüestro dos três americanos.

Os três homens foram capturados no dia 13 de fevereiro de 2003 no departamento do Caquetá (sul), quando o pequeno avião com o qual faziam vôos de reconhecimento sofreu uma pane, perdeu altura e foi atingido por disparos dos guerrilheiros.

Os três fazem parte dos 56 reféns que as Farc consideram “passíveis de troca”, em um acordo proposto pela organização guerrilheira, a maior e mais antiga da América Latina, ao Governo colombiano para a libertação de mais de 500 rebeldes presos.

O primeiro julgamento contra “Simón Trinidad” foi concluído em novembro do ano passado sem decisão do júri e, nele, a Promotoria apresentou como testemunhas principais alguns ex-membros das Farc que foram acolhidos pelo plano de reinserção do Governo colombiano.

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