Um grupo de países, sick entre eles vários europeus, além de Estados Unidos, Egito, Jordânia, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, fizeram um apelo para que a escolha do novo presidente do Líbano aconteça sem mais demoras, nem condições.
O apelo, na forma e um comunicado, foi divulgado após a conferência internacional de doadores para a Palestina, realizada hoje em Paris, na qual participaram representantes de quase 70 países de vários continentes e cerca de 20 organizações internacionais.
Hoje voltou a ser adiada, até o próximo sábado, a votação no Parlamento libanês para escolher o novo presidente, apesar do consenso entre os grupos políticos e da pressão internacional.
“Compartilhamos uma grave inquietação frente ao prolongamento da crise política no Líbano”, diz a nota emitida pelos autores da chamada, que pedem ao Parlamento libanês para se reunir “imediatamente para que cumpram seu dever constitucional”.
Também exortam as “potências externas” para que respeitem “plenamente” a constituição do Líbano e suas instituições democráticas.
Além disso, os autores do apelo condenaram “com firmeza” os assassinatos e tentativas de assassinato político cometidos no Líbano desde 2004, incluindo o que na semana passada tirou a vida do general François Hajj