O comandante militar da região, general-de-brigada Lawrence Ngubane, confirmou o ataque, embora tenha esclarecido que a Shell não forneceu detalhes do crime.
Versões não confirmadas oficialmente indicam que os agressores teriam usado dinamite para destruir o oleoduto que conduz ao terminal de Forcados, que também foi sabotado em 2006, quando começou a atual onda de ataques terroristas de grupos militantes que operam no sul da Nigéria.
Nenhum grupo assumiu o ataque, o segundo esta semana após o registrado na segunda-feira no terminal de exportação da multinacional americana Exxon-Mobil, em Akwa Ibom.