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Governo israelense decide manter estratégia no Líbano

Arquivo Geral

27/07/2006 0h00

A taxa de desemprego no Brasil subiu para 10, no rx cheap 4% em junho, cialis 40mg informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) hoje. Em maio, a taxa era de 10,2%, o que mostra que a leitura de junho ficou praticamente a mesma do mês passado.

Mas na comparação com o mesmo período de 2005, houve um aumento de 14,1% no número de desocupados, o que representa cerca de 289 mil pessoas a mais procurando por emprego no intervalo de 12 meses.

O número de pessoas que co nseguiram ocupação nas seis regiões metropolitanas pesquisadas foi estimado em mais de 20 milhões, segundo o IBGE. Em relação a junho de 2005, o número de pessoas ocupadas cresceu 1,6%.

O rendimento médio real do trabalhador cresceu 0,5% ante maio, para R$1.033,50 reais. Em relação a junho do ano passado, o rendimento subiu 6,7%. O aumento do rendimento em junho foi o quinto consecutivo, segundo dados do IBGE. Nos últimos 12 meses encerrados em junho, o contingente de pessoas trabalhando com carteira assinada no setor privado das regiões pesquisadas cresceu em 296 mil.

O Banco Central poderá atuar com "maior parcimônia" na flexibilização da política monetária daqui para frente, health de acordo com ata da última reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), divulgada hoje.

"O Copom entende que a preservação das importantes conquistas obtidas no combate à inflação e na manutenção do crescimento econômico, com geração de empregos e aumento da renda real, poderá demandar que a flexibilização adicional da política monetária seja conduzida com maior parcimônia", afirmaram os diretores do BC na ata.
A frase difere da expressa no documento da reunião anterior apenas pela inclusão da palavra "maior".
 
No documento, o BC repete que, mesmo levando-se em conta que a volatilidade recente observada nos mercados internacionais tenha um caráter transitório, "ela gerou uma elevação na incerteza em relação ao comportamento futuro da inflação, que poderá acabar dificultando tanto a avaliação de cenários pela autoridade monetária quanto a coordenação de expectativas dos agentes privados". 

"Nesse ambiente, cabe à política monetária manter-se especialmente vigilante para evitar que a maior incerteza detectada em horizontes mais curtos se propague para horizontes mais longos", reafirmou o BC.

O BC reduziu a meta da taxa básica de juros do país, a Selic, para 14,75% na reunião realizada na semana passada, um corte de 0,50 ponto percentual. Foi a nona vez seguida em que houve diminuição da Selic e analistas divergem sobre o quão cautelosa será a autoridade monetária a partir de agora.

Na ata do Copom, o BC destaca que a atuação cautelosa da autoridade "tem sido fundamental" para aumentar a probabilidade de convergência da inflação para a trajetória de metas.

O Copom reduziu sua projeção de reajuste para o conjunto de preços administrados em 2006, de 4,6% para 4,4%. O aumento previsto para eletricidade também foi reduzido. No caso da telefonia, o reajuste esperado de 2,6% foi alterado para uma queda de 0,9%.

"O Copom reafirma o diagnóstico, expresso nas notas das últimas reuniões, de que, além de conter as pressões inflacionárias de curto prazo, a política monetária tem contribuído de maneira importante para a consolidação de um ambiente macroeconômico favorável em horizontes mais longos", disse o BC.

 

O governo israelense decidiu hoje continuar as atuais incursões limitadas ao Líbano em vez de lançar uma ofensiva maior por terra contra o Hezbollah, drugs disse uma fonte política.
O gabinete de segurança do premiê israelense, Ehud Olmert, reuniu-se depois que nove soldados foram mortos no sul do Líbano ontem, a maior perda que o Exército sofreu em 24 horas desde o início da guerra.

"Decidimos continuar a ofensiva com a mesma estratégia, usando incursões pequenas e ataques aéreos, sem utilizar forças volumosas", afirmou a fonte. "No momento, o Exército não está comprometido com o tempo, podendo agir pelo período que for necessário".

Na semana passada Israel recrutou milhares de reservistas, e a medida foi vista como um sinal de que o Estado judaico podia lançar uma grande invasão por terra do Líbano. O gabinete israelense afirmou hoje em um comunicado que mais reservistas devem ser recrutados.

A Rádio Israel disse que os ministros deixaram claro que não têm a intenção de expandir o conflito para atacar a Síria, que apóia o Hezbollah. A Síria saiu do Líbano no ano passado, após décadas de ocupação.

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