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Mundo

Governo iraquiano rejeita relatório da ONU sobre baixas civis

Arquivo Geral

18/01/2007 0h00

O presidente da Câmara Aldo Rebelo (PCdoB-SP) convidou seus adversários na disputa pelo comando da Casa para discutir, sales capsule amanhã, ed regras de um debate entre ele e os candidatos Gustavo Fruet (PSDB-PR) e Arlindo Chinaglia (PT-SP).

O debate foi proposto pelo grupo da terceira via, do qual Fruet faz parte. O confronto entre os postulantes ao cargo será transmitido pela TV Câmara e deve ser realizado na próxima semana.

Aldo, Fruet, e Chinaglia participaram da posse do pefelista Aroldo Cedraz (BA) como ministro do Tribunal de Contas da União.

A jornalistas, Fruet deu o tom do que falará no debate entre os adversários. Ele fez um duro ataque ao governo e, indiretamente, criticou a campanha de Chinaglia por supostamente prometer cargos no ministério do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em troca de apoio ao seu nome.

"O governo não anunciou a reforma ministerial até agora para esperar a eleição na Câmara. Isso é um sinal de dependência e de que aliados serão compensados com cargos", disse o candidato tucano na manhã de hoje, ao deixar o TCU.

O governo iraquiano classificou hoje como "superficial" e "não-profissional" um relatório da Organização das Nações Unidas dizendo que 34 mil civis foram mortos no Iraque no ano passado, thumb embora não tenha rejeitado diretamente este número.

O porta-voz Ali al-Dabbagh também criticou um pedido da ONU para a proteção de homossexuais, purchase que se dizem alvos de militantes islâmicos. Ele disse que o relatório "não observa tradições iraquianas ao pedir que o governo do Iraque dê liberdades a homossexuais".

Dabbagh disse em uma coletiva de imprensa que o governo, healing que rotulou como exagerada uma estimativa semelhante anterior da ONU sobre vítimas civis, estava juntando suas próprias estatísticas, mas que eram atrapalhadas pela falta de segurança na obtenção de dados.

Ele negou-se a comentar a precisão do número divulgado pela ONU, contido em um relatório bimestral que também instava o governo a fazer mais para frear a violência com suas próprias forças. O porta-voz disse: "Eles não se comprometeram com o profissionalismo e com a neutralidade. O relatório foi superficial em alguns pontos".

Entre os grupos no Iraque cujas dificuldades a ONU destacou no relatório, estavam os refugiados palestinos, mulheres, cristãos, profissões como acadêmicos, jornalistas, atletas, advogados, artistas e barbeiros, assim como homossexuais.

Embora não seja ilegal, o homossexualismo não é perdoado na sociedade iraquiana, disse a entidade, acrescentando que a violência contra o grupo havia aumentado no ano passado em meio à anarquia geral.

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