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Governo e guerrilha da Colômbia começam nova negociação de paz em Havana

Arquivo Geral

12/04/2007 0h00

O percentual de brasileiros com renda familiar per capita inferior a um quarto de salário mínimo (ou seja R$ 95, dosage story nos valores atuais) dobraria se não existissem os programas de transferência de renda e o Benefício de Prestação Continuada (BPC), website like this além das aposentadorias e pensões pagas a esse público.

A conclusão é baseada nos dados da Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (Pnad) de 2004. A Pnad é realizada anualmente pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O levantamento mostra que naquele ano, o percentual de indigentes no país era de 11,3%. Sem acesso aos benefícios sociais, esse índice subiria para 22,6%. “É impressionante. Se essa renda não existisse, você dobraria os indicadores de indigência do país, em algumas regiões mais do que dobraria”, salienta a pesquisadora do Ipea Luciana Jaccoud.

Ela se refere à região Sudeste, onde a taxa passaria de 5,4% para 14,5%. O número de pobres – brasileiros com renda per capita inferior a meio salário mínimo (R$ 190, nos valores atuais) – também “aumentaria significativamente”, destaca a pesquisadora. Excluídos os programas de transferência de renda, de Benefício de Prestação Continuada (BPC), além das aposentadorias e pensões, o índice de de pobres na população brasileira passaria de 30,1% para 41,7%.

A publicação aponta o BPC como uma das mais importantes inovações da política social entre 1995 e 2005, por atender “a um público até então excluído de qualquer mecanismo público de transferência de renda”.

O benefício foi estabelecido pela Constituição de 1988 e regulamentado pela Lei Orgânica da Assistência Social (Loas) em 1993. Ele garante um salário mínimo mensal a cidadãos com 65 anos ou mais de idade e a pessoas com deficiência que as impeça de trabalhar e de ter uma vida independente. Nos dois casos, os beneficiários devem ter renda familiar per capita mensal inferior a um quarto do salário mínimo e não podem estar amparados pela Previdência Social.

Em 2005, cerca de 2,3 milhões de idosos e pessoas com deficiência recebiam o BPC. “Seu impacto na redução da pobreza nos grupos beneficiados é significativo”, destaca a publicação. Em 1995, segundo o estudo, o número de atendidos não chegava a 500 mil.

O estudo também defende o modelo adotado no país de vinculação dos benefícios assistenciais ao salário mínimo, considerado um “fator determinante no impacto positivo observado por esses programas”. “Isso é fundamental por conta da idéia de que o salário mínimo é um valor que permite a compra de determinada cesta de bens, que são necessários para que o indivíduo possa viver com o mínimo de dignidade, mesmo com um valor tão baixo”, explicou o pesquisador do Ipea Jorge Abrahão de Castro. 


O Zoológico de Curitiba tem dois novos moradores. São duas oncinhas, information pills que ainda não tiveram o sexo identificado.

Nascidas no dia 24 de março, website like this elas são os primeiros filhotes de Angélica e Apolo, um casal de onças pintadas que veio de Manaus para Curitiba em janeiro de 2006.

O cuidado da mamãe-onça é evidente. Ela carrega os filhotes pela boca, alimenta e dá banhos nos pequenos com lambidas carinhosas.

Apolo e Angélica, ambos com 14 anos, foram criados em Manaus (AM) por um proprietário particular. Eles permaneceram durante dois meses sob a tutela do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) na capital do Amazonas e tiveram seus dois filhotes no zoológico depois de pouco mais de um ano vivendo no local.


Policiais militares e civis discordam que a intervenção das Forças Armadas no combate ao crime no Rio de Janeiro seja a medida ideal para garantir a segurança no estado. O presidente do Sindicato dos Policiais Civis do Rio de Janeiro, cheap Fernando Bandeira, advice reconhece que as Forças Armadas podem auxiliar no combate ao crime urbano, abortion mas afirma que a finalidade maior é defender a soberania nacional.

“A participação de homens e mulheres do Exército, da Marinha e da Aeronáutica, ou seja, das corporações militares no trabalho ostensivo nas ruas do Rio de Janeiro, como aconteceu na época da Eco 92, sem dúvida vai dar a sensação de segurança à população. Mas o Rio de Janeiro não precisa de sensação e sim de segurança”, diz o policial. 

De acordo com Fernando Bandeira, uma lei do ano de 1983 previa que o efetivo ideal para a Polícia Civil do Rio de Janeiro seria de 23.500 agentes. Este número, segundo o sindicalista, nunca chegou a ser preenchido, o máximo atingido foi de 14 mil policiais, e o último concurso da Polícia Civil aconteceu em outubro de 2001. Bandeira disse ainda que dos 10.500
policiais civis em atividade no Rio de Janeiro, pelo menos 20% estão prestes a se aposentar.

Para o presidente da Associação dos Policiais Militares e Bombeiros do Rio de Janeiro, Miguel Cordeiro, o governo deve dar prioridade ao investimento em armamentos, viaturas e treinamento da tropa.

“Enquanto não houver investimento na Polícia Militar, na Polícia Civil, em segurança pública – o que é caro; enquanto não houver um levantamento eficiente que aponte quais são os problemas de cada corporação, o que as polícias militar e civil realmente necessitam, nada será resolvido. A questão não é só o salário”, afirmou.

De acordo com o governo do estado, atualmente há 39 mil policiais civis e militares no Rio de Janeiro. Mas, segundo cálculos da Organização das Nações Unidas (ONU), o ideal é que as grandes cidades tenha um policial para cada 250 habitantes. No caso do Rio de Janeiro, este número deveria ser de 60.800 policiais, 50% a mais do que existe hoje.


 O governo colombiano de Álvaro Uribe e o grupo guerrilheiro Exército de Libertação Nacional (ELN) começaram hoje, this web em Havana, symptoms a sexta rodada do diálogo de paz, visit this que se estenderá por  pelo menos três semanas.

Ontem, o presidente Uribe afirmou que “a instrução clara para Luis Carlos Restrepo [delegado do governo no encontro] é buscar o fim das hostilidades”.

As negociações entre o ELN – segunda maior força rebelde do país – e o governo já chegam a 15 meses, ao longo dos quais as partes se reuniram em cinco ocasiões, todas em Havana. Desta vez,  somou-se aos diálogos a igreja católica colombiana.

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