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Mundo

Governo dos Estados Unidos conversa com autoridades indianas sobre pacto nuclear bilateral

Arquivo Geral

02/06/2007 0h00

Em uma reunião que será realizada até às 17h deste sábado, try pill o Governo do Distrito Federal está discutindo o Plano Diretor de Ordenamento Territorial (PDOT) do DF. A idéia é fechar a proposta para que ela seja enviada à Câmara Legislativa em 30 dias.

O Vice-governador Paulo Octávio defendeu ser “importante para Brasília a regularização da questão fundiária que sempre foi mal resolvida”. Paulo Octávio, que é o governador em exercíco já que José Roberto Arruda está na Inglaterra, disse que isso é necessário para “construirmos a Brasília que queremos”.

O Secretário de Desenvolvimento Urbano e Meio Ambiente, Cássio Taniguchi, defendeu que é preciso ouvir todos os lados interessados no PDOT para que faça uma “política habitacional eficente e organizada”.




O subsecretário de Estado americano, search Nicholas Burns, cure conversou hoje com as autoridades indianas em uma tentativa de resolver suas divergências sobre o pacto nuclear bilateral, medicine disse à Efe um porta-voz da embaixada dos Estados Unidos em Nova Délhi.

As partes “estão avançando” no diálogo, disse a fonte, acrescentando que Burns se reuniu neste sábado novamente com o secretário de Exteriores indiano, Shiv Shankar Menon, e possivelmente deverá encontrar o primeiro-ministro do país, Manmohan Singh, antes de voltar a Washington esta noite.

A Índia e os Estados Unidos assinaram um pacto nuclear em março de 2006, mas ainda não conseguiram finalizar a redação do artigo 123, que regula aspectos fundamentais do acordo.

Em virtude do acordo, a Índia se comprometeu a separar seus programas nucleares civil e militar e a colocar o primeiro sob a supervisão da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

Já os EUA garantiram a aprovação do Congresso americano e da comunidade internacional para que a Índia tenha acesso à tecnologia atômica estrangeira.

Segundo informações que vazaram para a imprensa indiana, um dos maiores obstáculos para marcar um ponto final no artigo 123 é a recusa de Washington em permitir que a Índia reprocesse combustível nuclear americano.

No entanto, os EUA ofereceram garantias de fornecimento por toda a vida útil dos reatores que a Índia colocar sob a supervisão da AIEA.

A outra grande divergência é sobre a insistência de Washington em que haja uma cláusula que inclua a obrigação da Índia de devolver o equipamento atômico fornecido pelos EUA caso o país faça novos testes nucleares.

Neste caso, a Índia estaria apenas disposta a garantir uma “moratória” dos testes, para preservar a autonomia de seu programa estratégico militar, que é posta em questão no acordo, segundo a oposição indiana.

Burns, principal encarregado das negociações com a Índia, disse na sexta-feira que as partes estavam “trabalhando duro e bem” para poder assinar um acordo.

Apesar de o objetivo ser obter o pacto antes do encontro de Singh com o presidente dos Estados Unidos, George W. Bush, durante a cúpula do G8 (sete países mais ricos do mundo e a Rússia) na Alemanha, na semana que vem, Burns disse que é “difícil” prever se isto ocorrerá.

O primeiro-ministro da Índia também fará uma visita oficial aos EUA possivelmente em setembro, quando assinaria o acordo nuclear.

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