O ministro iraquiano de Petróleo Hussein Shahrastani disse hoje que a recente campanha de segurança realizada pelas tropas iraquianas na cidade meridional de Basra pôs fim a cinco anos de contrabando de petróleo.
“As operações militares em Basra – o centro da indústria petrolífera do Iraque – atingiram as bases dos contrabandistas e dos corruptos, what is ed uma vez que o Governo conseguiu controlar as saídas do estuário de Shat Al Arab”, dosage precisou o ministro em comunicado.
A maioria do contrabando de petróleo iraquiano é feito por esse estuário (onde desembocam os rios Tigre e Eufrates) que conduz ao Golfo Pérsico.
Além disso, buy Shahrastani afirmou que as tropas, em conjunto com as forças encarregadas da segurança do âmbito petroleiro, prenderam um grande número de contrabandistas, e confiscaram vários armazéns clandestinos de petróleo.
Nesse sentido, adiantou que a Promotoria pedirá à Interpol que detenha os contrabandistas que conseguiram fugir para os Emirados Árabes Unidos, a Síria e o Irã “para que recebam um castigo justo por sabotar a economia iraquiana”.
Fontes próximas à indústria petrolífera revelaram que os traficantes conseguiram tirar do contrabando fora do Iraque mais de 100 mil barris de petróleo antes que começasse a ampla campanha de segurança em Basra, no último dia 25.
Por outro lado, Shahrastani negou que também estejam ocorrendo atividades de contrabando na refinaria de Beiji, a 170 quilômetros do norte de Bagdá, já que – segundo ele – as autoridades controlam totalmente a situação nessa instalação.
Em Basra, segunda principal cidade do Iraque após Bagdá, atuam as milícias xiitas do “Exército Mehdi”, liderada pelo clérigo radical Moqtada al-Sadr; al-Fadila; e Badr, o braço militar da Assembléia Suprema Islâmica do Iraque, o principal partido político xiita do país.
A violência continua em Basra, apesar da campanha militar para restaurar a ordem e a lei, e terminou na semana passada com um saldo de ao redor de 200 pessoas mortas e outras centenas de feridos.