Quiñónez comunicou a decisão em comunicado que leu perante a imprensa na capital colombiana, e seu caso é o número 29 de militares que em menos de dois meses são separados, destituídos ou que pediram baixa do serviço.
Em uma alusão tácita, o oficial atribuiu sua saída ao ministro da Defesa, Juan Manuel Santos, de quem disse que fez de 2008 um ano funesto para o Exército.
Este ano “foi funesto para o Exército que perdeu seus melhores comandantes e líderes”, afirmou Quiñónez, que se referiu a casos como o do agora ex-chefe da força, o general Mario Montoya, que pediu aposentadoria no mês passado, após um expurgo na instituição.